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O Documento - TJ revoga prisão e médica que atropelou e matou verdureiro vai para casa

HABEAS CORPUS

TJ revoga prisão e médica que atropelou e matou verdureiro vai para casa

Por: Da Editoria
Letícia é acusada de não prestar socorro à vítima e de dirigir sob efeito de álcool
Letícia é acusada de não prestar socorro à vítima e de dirigir sob efeito de álcool
Foto de ODOC

A médica Letícia Bostolini, detida por atropelar e matar Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, acusada de fugir da cena do acidente sem prestar socorro a vítima, teve a prisão preventiva revogada no início da noite de hoje. O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, deferiu o pedido de habeas corpus em favor da médica.

Letícia deixará o presídio feminino Maria do Couto May, ainda hoje. No entanto, terá que cumprir sete medidas cautelares: comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades; não se ausentar da Comarca, sem autorização judicial; não frequentar bares, casas de jogos, boates e congêneres; não portar armas e não ingerir bebidas alcoólicas; não fazer uso de substância entorpecente; recolher-se em residência no período noturno, finais de semana e nos dias de folga; e não se envolver em outro fato criminoso.

Entenda

Letícia foi presa em flagrante por policiais militares logo após o acidente, em sua residência em um condomínio de luxo no bairro Jardim Itália. Ela dirigia um Jeep Compass e estava em companhia do esposo e também médico,  Aritony de Alencar Menezes, de 37 anos. A médica não prestou socorro à vítima, que morreu no local do acidente. De acordo com a PM, Letícia apresentava sinais visíveis de embriaguez e se recusou a fazer o teste do bafômetro.

A médica está presa em uma cela especial na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em razão de ter curso superior. A prisão preventiva foi determinada pela juíza plantonista Renata do Carmo Evaristo Parreira, da 9ª Vara Criminal de Cuiabá. Ainda existe a suspeita que Letícia teria assumido que estava dirigindo o Jeep, para proteger o esposo. Essa denúncia também está sendo investigada pela Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran).

 

 

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