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O Documento - Sindicalista acusa Mauro de "inventar" crise e de tentar acabar com servidor público

REAÇÃO AO GOVERNO

Sindicalista acusa Mauro de "inventar" crise e de tentar acabar com servidor público

Por: Da Redação
Servidores fazem protesto em Cuiabá esta tarde: “a única crise no Estado é a moral, com políticos corruptos e governantes faltando com a verdade”, afirma sindicalista
Servidores fazem protesto em Cuiabá esta tarde: “a única crise no Estado é a moral, com políticos corruptos e governantes faltando com a verdade”, afirma sindicalista

A paralisação de 24 horas dos servidores estaduais de Mato Grosso, nesta terça-feira (12), veio reforçada nas mídias sociais e grupos de whatsap por um forte e pesado vídeo ancorado pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde de Mato Grosso (Sisma), Oscarlino Alves, contra o governador Mauro Mendes (DEM). No vídeo, o sindicalista diz que os governantes querem acabar com o único patrimônio que serve a população, o servidor público.

Segundo Oscarlino Alves, “a única crise no Estado é a moral, com políticos corruptos e governantes faltando com a verdade. Todos a serviço dos poderosos”, denuncia. O sindicalista inicia o vídeo com um questionamento: “Onde está a crise de Mato Grosso?”.

Conforme Oscarlino, “os governantes aplicam a crise como cortina de fumaça para continuar patrocinando os interesses privados que eles próprios fazem parte. A população brasileira necessita de serviços públicos, de saúde, segurança e educação, entre outros. São justamente esses serviços que estão sendo atacados e desmontados”, diz.

O sindicalista afirma que não existe distribuição de renda no Brasil. Segundo ele, 60% da população ativa recebe até um salário mínimo. Além disso, acrescenta que são mais de 12 milhões de desempregados no País e que 75% da população usa o Sistema Único de Saúde (SUS). Outra constatação, conforme o líder sindical, é que dos brasileiros na escola, 73% dependem da escola pública.

“Não fazemos greve porque a gente quer, mais para defender nossos direitos. Sai governo e entra governo e a estratégia é a mesma, atacar os serviços públicos e o direito dos trabalhadores. O governo diz que não consegue pagar a conta, mas não mexe onde realmente precisa. Prefere atacar os mais fracos. A conta não fecha nunca”, desabafa o sindicalista.

O sindicalista colocou todos os poderes na mesma vala. Citou o Tribunal de Justiça, Assembleia Legislativa, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Contas para colocar como os mais caros do Brasil. “No Tribunal de Justiça – diz – está tudo em dia, salário, 13º, RGA. Na Assembleia Legislativa não atrasa salário. Pelo contrário, às vezes paga adiantado”.

 

Comentários

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    Autor:
    este sindicalista está mal informado precisa conhecer melhor os poderes jáq que é um servidor público. Atualmente a ALMT paga salário do servidor com atraso as vezes saindo por volta do dia 10 , 11 como foi neste mes
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    Autor:
    Agora Mauro mente vai enfrentar o peso de uma paralisação... mexeu num ninho de abelhas e aliás, o povo vai continuar padecendo com essas posturas dos governantes. quem paga o pato somos nós, que dependemos do poder público nos serviços mais essenciais. É lamentável