SELECT p.*, IF(LENGTH(fotos)>10,0,(SELECT id FROM w229_post_fotos WHERE post=p.id ORDER BY principal DESC, id LIMIT 1)) AS fotoGal FROM w229_post AS p WHERE p.id=38521 LIMIT 1
O Documento - Servidores fazem protesto, questionam crise e dizem que são injustiçados pelo Governo

PARALISAÇÃO

Servidores fazem protesto, questionam crise e dizem que são injustiçados pelo Governo

Por: Da Redação
Servidores de 15 categorias do funcionalismo público estadual participaram da manifestação esta tarde em Cuiabá
Servidores de 15 categorias do funcionalismo público estadual participaram da manifestação esta tarde em Cuiabá
Foto de Rodinei Crescêncio/RDNews

Aos menos 15 categorias do funcionalismo público estadual aderiram a paralisação de 24 horas nesta terça-feira (12) contra medidas adotadas pelo Governo Mauro Mendes (DEM) como o parcelamento dos salários, novas regras para a concessão da Revisão Geral Anual (RGA) e  possível aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% dos servidores do Executivo.  A organização não divulgou quantos servidores participaram do ato na Capital.

Apesar da manifestação, o atendimento nos órgãos públicos do Estado não foram afetados, como a Controladoria Geral Do Estado (CGE), Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidades de Mato Grosso (Cermac), Detran, Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Empaer, Empresa Mato-grossense de TI (MTI), Procuradoria Geral do Estado (PGE), Sema, entre outros. O principal setor afetado foi a Educação. Das 74 escolas de Cuiabá, em 51 não houve aulas, e em. Em Várzea Grande, metade das 46 unidades estaduais aderiu ao movimento.

O protesto dos servidores teve início às 14 horas, com a concentração nas proximidades do Tribunal Regional do Trabalho, na avenida Historiador Rubens de Mendonça (avenida do CPA). Eles percorreram todo o Centro Político Administrativo, indo até a frente do Palácio Paiaguás e em seguida seguiram até a Assembleia Legislativa.

Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Saúde do Estado de Mato Grosso (Sisma), Oscarlino Alves, o ator serviu como uma forma de afronta ao governador, que na opinião dele, apresenta à população, uma crise financeira “que não existe”.

“É um afronta, um aviso para o Governo. Queremos dialogar com a população, mostrar os serviços essenciais que o conjunto de servidores públicos da saúde, segurança, educação, meio ambiente, Procon, varias áreas de serviços essenciais do Estado, que é o do Poder Executivo. Estamos sendo injustiçados. Queremos quebrar a tese apresentada pelo governo de que existe uma crise financeira. Não existe crise no Estado que deixa de arrecadar, por iniciativa própria, R$ 4 bilhões, por meio de incentivos fiscais, para privilegiar menos de 5% das empresas instaladas no Estado”, afirmou.

Para João Batista, do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado de Mato Grosso (Sindispen) e único deputado estadual presente na mobilização, o governador quer imputar aos funcionários públicos todos os problemas enfrentados pelo Estado. “Vamos combater esse governo que culpa os servidores por todos os problemas enfrentados pelo Estado e não apresenta resultados. Hoje, temos um pé na repartição, um pé na luta e um pé na Assembleia, destacou".

 

Comentários

Atenção! Seu comentário é de sua inteira responsabilidade.
O site "O Documento" é livre para rejeitar comentários ofensivos, com linguajar de baixo calão, denúncias sem evidências e outros que julgar inapropriados. Mesmo que o seu comentário seja aprovado pela nossa equipe, a responsabilidade sobre ele continua sendo sua.
O IP da sua conexão (52.91.176.251) será armazenado e disponibilizado às possíveis vítimas caso este espaço seja utilizado para atingir a honra ou prejudicar a imagem de alguém.
Enviar
    SELECT id,nome,email,comentario,i_cadastro,positiv,negativ,aprovado FROM w229_post_coment AS t WHERE aprovado>=0 AND post_id=38521 ORDER BY id DESC