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Conselho aprova mais de R$ 500 milhões em investimentos para Mato Grosso

Por: Da Redação
Os projetos aprovados são, na maioria, de pequenas e médias empresas em segmentos de atuação variados, como indústria, infraestrutura, comércio e serviços e turismo
Os projetos aprovados são, na maioria, de pequenas e médias empresas em segmentos de atuação variados, como indústria, infraestrutura, comércio e serviços e turismo

O Conselho de Desenvolvimento Empresarial (Cedem) aprovou oito cartas consultas para financiamentos de projetos junto ao Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) Empresarial totalizando um valor de pouco mais de R$ 568 milhões que serão aplicados em diversos municípios de Mato Grosso. A projeção é que devem ser gerados mais de 4 mil empregos diretos e indiretos.

Os projetos aprovados são, na maioria, de pequenas e médias empresas em segmentos de atuação variados, como indústria, infraestrutura, comércio e serviços e turismo.

De acordo com a resolução 072 de 08/13/2017, este ano, foi disponibilizado para o FCO Empresarial o montante de recursos na ordem de R$ 1.399.351.462.68.

Fundeic

Durante a reunião, também foram aprovadas 24 cartas consultas de micro e pequenas empresas que pleiteiam recursos via Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Fundeic). Ao todo, o valor contabilizado é de R$ 1,2 milhão.

A Sedec é o órgão gestor do fundo e a Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso (Desenvolve MT) é o agente financeiro e operacional, responsável pela aplicação dos recursos.

Prodeic

Os conselheiros aprovaram a renovação dos benefícios fiscais do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Prodeic) para cinco empresas e duas foram enquadradas. Outras 17 empresas tiveram o benefício suspenso.

Uma das empresas que tiveram o benefício renovado foi a Ambev, que estava ameaçada devido algumas pendências junto à Secretaria de Fazenda (Sefaz). Após conversações ficou acordado que a empresa terá um prazo de 180 dias para regularizar toda a situação junto à Sefaz.

De acordo com informações da Ambev, são gerados cerca de 29 mil empregos em todo o Estado, contabilizando desde os agricultores aos pontos de vendas. A planta que se localiza em Cuiabá foi implantada em 1995 e, além de Mato Grosso atende a mais quatro Estados para onde enviam os produtos fabricados aqui. Nos últimos cinco anos, a fábrica recebeu investimentos de quase de R$ 200 milhões, sobretudo, na ampliação da produção de latas de cerveja que é o principal produto produzido no Estado. Para justificar o pedido de renovação no Prodeic, a empresa relata que desde 2013, a arrecadação anual da empresa no Estado cresceu em média anual em mais de 19%.

Outra fabricante de bebidas que também renovou o benefício foi a Norsa, segunda maior engarrafadora do Brasil e listada entre as 20 maiores do mundo. Nos últimos cinco anos, realizou investimentos de R$ 180 milhões e tem perspectiva de investir mais R$ 33 milhões na unidade instalada em Várzea Grande. Outro ponto de destaque levantado pelos representantes durante a ocasião foi o fato de a unidade fabril de VG ter sido classificada em primeiro lugar na questão do controle de qualidade do sistema Coca-Cola Brasil, competindo com todas as 29 fábricas da marca. A empresa gera cerca de 1 mil empregos diretos e mais 3 mil indiretos.

Outras empresas que conseguiram renovar o Prodeic foram: Borrachas Drebor Ltda, Raytak Ind e com de Borrachas e COMAJUL.

Para o presidente do Cedem e secretário da Sedec, Carlos Avalone, a questão dos incentivos fiscais em Mato Grosso apesar de já ter sido motivo de muita polêmica, deve ser enxergada com bons olhos, pois, o benefício só é concedido quando a empresa se encaixa em todos os critérios estabelecidos pela lei. “Todos precisam entender que para tornar o Estado competitivo, atraindo cada vez mais empresas e investimentos, precisamos ter políticas públicas como estas, pois, se não fizermos assim, podemos perder para outros Estados que também atuam com esse tipo de estratégia. Quando um empresário opta por instalar suas indústrias em Mato Grosso isso significa geração de empregos, movimentação no comércio, arrecadação de impostos que serão transformados em ações e projetos de desenvolvimento e qualidade de vida. Não é simplesmente conceder um benefício e achar que a empresa é quem lucra com isso, é preciso saber que elas têm uma contrapartida a cumprir, uma série de regras, sob o risco de perder a isenção”, esclareceu.

 

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