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NOSTALGIA

Veja como está a turma do ‘Balão Mágico', que estreava há 35 anos

Por: Estadão
Mike, Simony, Tob e Jairzinho: a turma do ‘Balão Mágico’
Mike, Simony, Tob e Jairzinho: a turma do ‘Balão Mágico’

É difícil encontrar alguém que tenha sido criança na década de 1980 que não se lembre com saudade e nostalgia da turma do Balão Mágico. Surgido em 1982, o grupo fez sucesso com seu disco de estreia, e recebeu um convite da TV Globo para virar programa no ano seguinte.

Dessa forma, no dia 7 de março de 1983, estreava na emissora o programa Balão Mágico, que mesclava histórias envolvendo a turma, números musicais e desenhos como PernalongaOs FlintstonesZé ColméiaFlash Gordon e Popeye.

A atração marcou época graças às quatro crianças que estavam à sua frente: Simony, 6, Jairzinho, 7, Mike, 8 e Tob, 12.

 
Enquanto Simony e Jairzinho - agora conhecido como Jair Oliveira - se mantiveram em evidência, os outros dois garotos acabaram ‘sumindo’ dos holofotes com o tempo.
E+ conversou com Vímerson Cavanilas, o Tob, hoje com 47 anos, e Michael Biggs, o Mike, que tem 43. Veja a seguir como eles estão hoje em dia!

Michael Biggs, o Mike

"O Balão teve um impacto muito positivo nas nossas vidas. Ele também teve um impacto negativo, que foi que a gente perdeu muito da nossa infância. Porém, isso deu um senso de responsabilidade desde muito novos. Amor ao trabalho, à música, tivemos oportunidades que 99% das crianças não tiveram, voando em aviões particulares, cantando para o Maracanã cheio", relembra Mike sobre os tempos áureos do grupo.

O garoto já era conhecido por outro motivo além de seu próprio trabalho: seu pai, Ronald Biggs, participou do assalto a um trem pagador no Reino Unido em 1963 que ficou conhecido como o “Assalto do Século”. Anos depois, descobriu-se que Ronald estava vivendo no Brasil, o caso chamou atenção da mídia e o britânico passou a viver como uma personalidade conhecida no País. "Em 1985, passei os 10 dias do Rock In Rio no palco, porque todos os artistas internacionais queriam conhecer o meu pai. Era uma vida muito corrida, muito louca, muito glamour na época", conta.

Atualmente, Mike atua no plantio e exportação de árvores como teca, pinus e eucaliptos: "Trabalho com investimentos florestais. Meio que enchi o saco da música, sou um cara avesso a essa coisa de mídia, gosto de ficar quieto, no anonimato. Sou o que eles chamam de ‘madeireiro ecológico', o ‘hippie corporativo'".
Morando na Inglaterra com sua família, conta que ainda visita o Brasil com frequência: "Passo meses no meio do mato pelo interior do Brasil. Conheço o interior todo do Acre, Rondônia, Mato Grosso, Pará, Tocantins...". "Não toco em mata nativa. Me recuso a trabalhar com qualquer espécie de mata nativa, porque, além de ser baixo astral, traz um problema de muita documentação", ressalta.

Porém, a mudança de área não foi repentina. Biggs continuou no mundo artístico por algum tempo após a saída do Balão: "Tive conjuntos de samba, de bossa nova, de forró, rodei a Europa inteira tocando música brasileira".

Mike tem duas filhas, uma de 18 anos e outra de oito: "Apresentei o Balão pra elas, desde muito novinhas. Sempre adoraram e pediam para ver o pai na televisão. A mais nova compreende o português, não fala completamente, mas tem adoração de saber que o pai foi parte de uma banda e sabe o trechinho de uma música ou outra".

Biggs conta que ainda mantém contato com os outros integrantes do Balão, especialmente Vímerson. "O Ricardo é o único que ninguém sabe onde está. Ele participou dos últimos discos do Balão, mas ele sumiu, e acho que não tem muito desejo de aparecer novamente", diz.

Vímerson Cavanilas, o Tob

“A experiência de vivenciar momentos inesquecíveis, como cantar no Chacrinha praticamente todo final de semana, viajar pelo Brasil inteiro recebendo o carinho de fãs, gravar clipes em lugares maravilhosos e cantar ao lado de meus ídolos foi algo surreal", recorda Vímerson sobre a época do Balão.
"Foram três anos de muita intensidade, onde absorver e entender tudo levava algum tempo. Não tenho a mínima dúvida que essa experiência me influenciou em toda a minha vida artística, tanto como ator, e, agora, fazendo trabalhos como artista plástico", conta, ressaltando que ainda segue no mundo artístico.

"Nestes últimos três anos, atuei em dois longa-metragens dirigidos por Elvis Del Bagno. Um chamado O Homem da Cabeça de Laranja, exibido no festival Cine Sesc em 2017, e A Suíte Epifânica de Luiza, que participou de festivais internacionais", comenta sobre a carreira de ator.

Após trabalhar com Antunes Filho, diretor teatral, passou a ter mais contato com artes plásticas. Voltou a estudar e se especializou em técnicas da área. "A partir da segunda quinzena de março, vou realizar uma exposição mostrando alguns trabalhos dessa minha nova fase artística no Caixote Bar da Rua Augusta", conta.  Cavanilas não tem filhos, mas conta que "adoraria ver a reação de conhecerem o Balão".

Hoje em dia

Além da garotada, o Balão Mágico chamou atenção por conta das diversas participações especiais de artistas, especialmente no campo da música, durante a década de 1980.

 

 

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