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O Documento - Ex-paquita Catia Paganote relembra romances de colegas

BIOGRAFIA

Ex-paquita Catia Paganote relembra romances de colegas

Por: O Globo
Um dos romances relatados por Catia Paganote foi o de Letícia Spiller e Claudio Heinrich
Um dos romances relatados por Catia Paganote foi o de Letícia Spiller e Claudio Heinrich

A ex-paquita Catia Paganote vai aproveitar o aniversário de 42 anos, no dia 20 de março, para lançar sua biografia, "A minha vida é um Xou". Ela participou de programas da Xuxa entre 1989 e 1995 e ficou conhecida como Miúxa Bruxa.

Num dos trechos do livro, Catia relembra os relacionamentos entre paquitas e paquitos: "Muitas fixaram um romance com eles por um bom tempo, mas, se fosse pela opinião da Marlene (Mattos, empresária e diretora), ela não permitia. Ela não gostava. Ela sempre deixava bem claro que paquitas não podiam namorar paquitos. Quando parecia que as coisas estavam ficando sérias mesmo, a Marlene fingia que não sabia e deixava o namoro rolar, porém, tudo com sua supervisão e seu controle. Quando a gente viajava, por exemplo, cada um tinha o seu quarto – e ainda tinha um segurança para que não acontecesse nada. A Bianca Rinaldi namorou o Marcelo Faustini durante sete anos e, mesmo depois que saiu do time das paquitas, ela continuou namorando. O Claudio Heinrich namorou a Leticia Spiller por quase cinco anos, se eu não me engano. A Roberta Cipriani também teve um namoro com o Robson Barros. Esses foram os casais que não saem da minha memória, são casais que tinham relacionamentos com controle rigoroso da produção, já que éramos menores de idade”. 

Ela relata ainda que existiam regras rígidas em relação ao corpo"Não tínhamos a opção de engordar. Pude presenciar diversos momentos nos bastidores do programa, como as insinuações de Marlene Mattos, que nos dizia para sempre ter boa alimentação, para sempre fazer exercícios. Ela pedia para nos organizarmos em horários de alimentação, e até era exigido ter tempo para dormir bem, porque, segundo ela, fazia bem para o corpo. Não era um pedido para ser magra muito escancarado, mas podíamos perceber pelas dicas. Quando alguém saía da linha, a gente levava uma advertência e ficava em casa. Se a Marlene achasse que uma de nós tinha engordado um quilo, a gente precisava subir na balança e voltava para casa com a missão de emagrecer dois quilos. A regra era ter 54kg. Enquanto nosso peso não chegasse a esse número, não podíamos voltar ao programa". 

Cátia, no entanto, afirma não ter sofrido com essa pressão: "Sempre tive o mesmo corpo sem fazer esforço algum, mas era triste ver outras paquitas que se preocupavam e tinham que lutar para manter o peso ideal e continuar seguindo o seu sonho. Era muito difícil, pois estávamos passando pela adolescência. Nesse período, o corpo muda bastante. Essas regras não eram vistas com bons olhos por mim".

 

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