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O Documento - Queda de Temer pode levar DEM a disputar o governo de MT, avalia Júlio Campos

ELEIÇÕES 2018

Queda de Temer pode levar DEM a disputar o governo de MT, avalia Júlio Campos

Por: Da Redação
Ex-senador fez uma rápida análise sobre o cenário político e da participação do DEM
Ex-senador fez uma rápida análise sobre o cenário político e da participação do DEM

O ex-senador Júlio Campos (DEM) afirmou em entrevista à rádio CBN Cuiabá que uma eventual queda de Michel Temer (PMDB) e a ascensão do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da República poderá fazer com que a legenda lance candidatura própria ao governo de Mato Grosso em 2018. ”Ainda é cedo para pensarmos em 2018, a princípio, devemos apoiar a reeleição de Pedro Taques (PSDB), elegermos pelo menos três deputados estaduais e um federal. Mas caso o Rodrigo Maia assuma a vaga de Temer, podemos ser convocados a lançar chapa própria”.

Mesmo com esse cenário, Júlio reforça que o DEM faz parte da base aliada do governo tucano. “Hoje nosso compromisso é com o governador Taques. Neste momento, ele é o favorito para vencer as eleições, tem a máquina do Estado nas mãos, leva vantagem hoje, mas temos que ver como ele chegará em 2018. Nosso grupo tem o meu irmão Jaime Campos e ainda o ex-prefeito Mauro Mendes (PSB) que são os nomes mais fortes ao lado do governador”.

Para chegar fortalecido ao próximo pleito, o ex-senador diz que uma das estratégias do DEM é buscar as lideranças do PSB que estão descontentes desde a chegada do deputado federal Valtenir Pereira. A legenda possui quatro deputados estaduais, dois deputados federais, dois secretários de Estado, além do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes. O assunto já foi tratado com o diretório nacional, em Brasília. “Queremos trazer esses deputados e outras lideranças que estão descontentes com a chegada do Valtenir no PSB e também o Mauro Mendes. Se isso se confirmar, aí sim, poderemos indicar o vice de Taques e até mesmo, um nome para uma das vagas ao Senado. Isso claro, se o DEM não for convocado para disputar com chapa própria”, esclareceu.   

Oposição

Para o líder democrata, o grupo de sustentação do governo leva vantagem sobre a oposição, que na avaliação dele, só terá alguma chance de vitória, se unir em torno de um único nome. “Hoje a oposição não tem um nome definido. Fala-se do conselheiro Antonio Joaquim, do Lúdio Cabral (PT), do senador Welinton Fagundes (PR) e do deputado Zeca Viana (PDT). Se eles vierem unidos em torno de um nome, entendo que a disputa ficará mais equilibrada”, analisou.

Sobre sua participação nas próximas eleições, Júlio Campos garante que seu objetivo é ajudar na organização do DEM, mas não descarta se candidatar, caso seja convocado. “Não posso dizer dessa água não beberei, sou um soldado do partido e caso seja convocado, estarei à disposição”. Júlio foi governador, senador da República, prefeito de Várzea Grande e deputado federal por três legislaturas. 

 

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