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O Documento - PT vê fortalecimento da legenda com a não cassação da chapa Dilma/Temer

"FOI GOLPE"

PT vê fortalecimento da legenda com a não cassação da chapa Dilma/Temer

Por: Silvana Bazani
Fonte: Especial para o Documento
Deputado Allan Kardec vê a não cassação da chapa como reforço da teoria da esquerda de que impeachment de Dilma foi golpe
Deputado Allan Kardec vê a não cassação da chapa como reforço da teoria da esquerda de que impeachment de Dilma foi golpe

Apesar da implicação de alguns expoentes do Partido dos Trabalhadores (PT) de Mato Grosso nas denúncias de corrupção reforçadas nesta semana, lideranças petistas do Estado acreditam que a legenda se fortalece com a não-cassação da chapa Dilma/Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Isso porque reforça a teoria de que o impeachment de Dilma Rousseff (PT) foi um golpe de Estado.

Logo após as eleições de 2014, quando Dilma Rousseff foi eleita presidente tendo Michel Temer (PMDB) como seu vice, o PSDB impetrou pedido de cassação da chapa eleitoral vencedora do pleito. O PSDB disputou a eleição presidencial de 2014 ao lançar o senador afastado Aécio Neves como candidato. Ele está licenciado da presidência do partido e sua substituição é cogitada por outros representantes de peso da legenda, como o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Na próxima terça-feira (20) está previsto o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) do pedido de prisão feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Aécio. Ele é um dos investigados na Operação Lava Jato.

“O intuito era cassar o mandato de Dilma Rousseff e empossar Aécio Neves”, afirma o deputado estadual Allan Kardec (PT). O tucano recebeu 48,36% dos votos válidos. Dilma foi eleita com a maioria, sendo 51,64% dos votos válidos no pleito eleitoral de 2014. “Aécio não aceitou a derrota no voto popular”, diz o deputado petista. E prossegue com a argumentação sobre os verdadeiros motivos da não-anulação da chapa Dilma/Temer. “Como PSDB e PMDB se aliaram para cassar Dilma pela via do impeachment sem crime (golpe parlamentar), a cassação da chapa perdeu a utilidade”, avalia Kardec.

Para embasar a análise, o deputado relembra que em 2015 o ministro e atual presidente do TSE, Gilmar Mendes, votou contra o arquivamento do processo. Na época, a ministra e então relatora Maria Thereza de Assis Moura votou a favor do arquivamento, mas foi derrotada a partir da divergência de Mendes. O embate resultou no placar de 4 votos contrários e dois votos favoráveis ao arquivamento. “Gilmar disse na época que era preciso continuar apurando os fatos novos da Lava Jato”, recupera Kardec.

Em 2017, após o processo de impeachment em 2016 que culminou na destituição de Dilma Rousseff e resultou na posse de Michel Temer (PMDB), Gilmar Mendes mudou de opinião e liderou os votos contra a cassação da chapa. O ministro alegou que fatos novos da Lava Jato – inclusão dos depoimentos dos executivos da Odebrecht – não poderiam ter sido incluídos no processo.

“ (Houve) toda uma orquestração que visava desde o início derrubar Dilma e o PT para aplicar no país esse programa derrotado nas urnas de 2014. Esse programa do golpe à aposentadoria e aos direitos dos trabalhadores”, sintetiza o deputado Allan Kardec.

Denúncias – Fora do contexto da política nacional, denúncias contra o PT são reforçadas em Mato Grosso. De acordo com o ex-governador Silval Barbosa - solto na última terça-feira (14) para cumprir prisão domiciliar após 19 meses detido no Centro de Custódia da Capital (CCC) - o advogado Francisco Faiad (PT) e o ex-vereador Lúdio Cabral (PT) receberam R$ 600 mil em doações ilícitas para a campanha eleitoral de 2012 à prefeitura de Cuiabá. Nela, Lúdio concorreu a prefeito da Capital, tendo Faiad como seu vice na chapa.

 

 

 

 

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