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O Documento - Oposição promete escandalizar prisões de 5 secretários; irmãos Taques são protagonistas

CAMPANHA SANGRENTA

Oposição promete escandalizar prisões de 5 secretários; irmãos Taques são protagonistas

Por: Da Editoria
TV Cuiabá começa nesta terça-feira série especial sobre prisões de 5 ex-secretários de estado
Atual gestão viu, em menos de três anos, a polícia prender cinco secretários de estado. São eles: Paulo Taques (Casa Civil); Permínio Pinto (Educação); Evandro Lesco (Casa Militar); Roger Jarbas (Segurança Pública) e Zaqueu Barbosa (Comandante da Polícia Militar)
Atual gestão viu, em menos de três anos, a polícia prender cinco secretários de estado. São eles: Paulo Taques (Casa Civil); Permínio Pinto (Educação); Evandro Lesco (Casa Militar); Roger Jarbas (Segurança Pública) e Zaqueu Barbosa (Comandante da Polícia Militar)
Foto de ODOC

Com duas candidaturas de oposição fortes e consolidadas, o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), e o senador da república, Welington Fagundes (PR), a atual administração estadual será bombardeada durante a campanha eleitoral. "Vamos tirar toda sujeira escondida debaixo do tapete", disse um experiente político, ex-aliado do Governo. O ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques, e o irmão dele, advogado Zamar Taques, primos do atual governador, Pedro Taques (PSDB), serão protagonistas das eleições majoritárias, mesmo presos no Centro de Custódia da Capital, antigo Carumbé. Eles terão espeço nobre nas manchetes de rádios, jornais e televisões, durante a propaganda obrigatória.  

Ambos são acusados pelo Ministério Público Estadual (MPE), durante a segunda fase da Operação Bereré, denominada Bônus, de terem recebido R$ 2,4 milhões da EIG Mercados como propina para manutenção do contrato da empresa, acima citada, com o Detran-MT, entre janeiro de 2015 e agosto de 2016. Eles estão presos desde o dia 9 de maio e sofreram sucessivas derrotas no Tribunal de Justiça e Superior Tribunal de Justiça, em busca da liberdade.

Por ter comandado a Casa Civil, considerada a “coração” político do Palácio Paiaguas, Paulo Taques e, o irmão, serão ligados, pelos adversários, ao atual governador, mesmo, por hora, não tendo nenhum elemento que conduza o atual chefe do Executivo aos supostos crimes praticados pelos primos, presos há mais de um mês.

Além do caso Detran, a oposição vai também destacar outras cinco prisões de secretários estaduais da gestão tucana. Por exemplo, em maio de 2015, o então secretário de Educação, Permínio Pinto (PSDB), foi pego pilhando o erário público e preso pelo Gaeco. Ele acabou confessando a participação no esquema de desvio de dinheiro público da Seduc.

Dois anos depois, em maio de 2017, mais dois integrantes do primeiro escalão também foram parar atrás das grades, acusados de envolvimento no escândalo conhecido como “grampolândia pantaneira”. São eles: Zaqueu Barbosa (Comandante da Polícia Militar) e Paulo Taques (Casa Civil).

Não se passaram dois meses e outros dois secretários de estados aumentaram a lista de assessores do atual governador, presos a pedido do Ministério Público. Desta vez, tiveram a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça, o então secretário de Segurança Pública, Roger Jarbas e Evandro Lesco, que comandava a Casa Militar. Em pouco mais de três anos de gestão, Taques viu seis secretários serem presos pela polícia.

Se não bastasse tudo isso, a oposição ainda tem farta documentação para atacar o Governo com delações premiadas bombásticas. Uma delas, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), envolve o empresário Alan Malouf, então tesoureiro da campanha vitoriosa de Taques, em 2014. Se até agora, a gestão tucana não teve tempo para mostrar suas realizações à sociedade, pelos próximos meses, fatalmente, ele terá a obrigação moral de explicar muitos escândalos ao eleitor mato-grossense.  

 

 

 

Comentários

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    É, com tantos argumentos verdadeiros sobre a má gestão do atual governador vai ficar mais fácil a ação dos opositores....