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O Documento - Mendes diz que números são preocupantes e que arrecadação não paga despesas

DIAGNÓSTICO

Mendes diz que números são preocupantes e que arrecadação não paga despesas

Por: Da Redação
Governador eleito teve acesso aos primeiros números do Estado e reforça proposta de cortes de Secretarias e cargos comissionados
Governador eleito teve acesso aos primeiros números do Estado e reforça proposta de cortes de Secretarias e cargos comissionados

O governador eleito de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM) quer ter uma radiografia do Estado até o dia 30 de novembro. Essa foi a determinação do democrata para as cinco equipes do seu governo de transição que começaram nesta quarta-feira (7), as visitas in loco da máquina estatal de Mato Grosso. “Essa primeira etapa dos trabalhos é a fase de diagnóstico, de levantamento de informações e coleta de sugestões”, disse o governador eleito que pretende, ao final, formatar um documento com as decisões que serão anunciadas tão logo assuma o comando do Governo do Estado.

Neste estágio da transição, as cinco equipes definidas por Mendes estão nas visitas in loco das secretarias, órgãos e autarquias da máquina pública estadual. Algumas dessas visitas serão reservadas e a base da equipe de transição será no mesmo local onde funcionou o QG da campanha do governador eleito, no bairro Quilombo.

Conforme Mendes, o Estado tem enormes dificuldades financeiras. “Os números preliminares são extremamente preocupantes”, disse o governador eleito ao Portal Odocumento, acrescentando que Mato Grosso, hoje, “deve para centenas de fornecedores, deve aos Poderes, aos municípios e não consegue arrecadar para arcar com as despesas que tem no mês”, afirmou.

O governador eleito recordou que levou a proposta, durante a campanha eleitoral, de reduzir o tamanho da máquina pública e tornar o Estado mais eficiente. Ele adiantou que talvez não será possível cortar apenas na carne, “mas também no osso”. Além do corte de cargos comissionados (hoje são cerca de sete mil no Estado), o governador eleito quer reduzir também o número de secretarias.

Atualmente são 24 estruturas no primeiro escalão, entre secretarias e gabinetes. Na equipe de transição do governador eleito já há quem defenda o corte de 50% tanto para os cargos comissionados como para a estrutura de governo. Quem faz essa defesa é o vice-governador eleito, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT).

Mendes escalou 11 integrantes para a equipe de frente da transição, como o vice-governador eleito, Otaviano Pivetta, Gilberto Figueiredo, Pascoal Santullo Neto, Mauro Carvalho Junior, Francisco Serafim de Barros, Marcelo de Oliveira e Silva, Margareth Busetti, Rafael Bello Bastos, Mauren Lazaretti, Adriano Silva e Salete Morockoski.

Da parte do governo do Estado, a equipe de transição é composta por Ciro Rodolpho, pelo secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, pelo de Planejamento, Guilherme Muller, de Gestão, Ruy da Fonseca, além do controlador-geral do Estado, José Celso Dorileo Leite, da superintendente de Gestão de Contabilidade do Estado, Anésia Cristina Batista, e da procuradora-geral do Estado, Gabriela Novis Neves Pereira Lima.

 

 

 

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