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O Documento - Desembargador afirma que vai processar magistrada e promotor do Gaeco

GRAMPOS

Desembargador afirma que vai processar magistrada e promotor do Gaeco

Por: Da Redação
Marcos Machado alega ter sido vítima de escutas e acionará Selma Arruda e Marco Aurélio
Marcos Machado alega ter sido vítima de escutas e acionará Selma Arruda e Marco Aurélio

O desembargador Marcos Machado, do Tribunal de Justiça, afirmou que irá acionar na Justiça por danos morais, o promotor de Justiça Marco Aurélio Castro, ex-coordenador do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), responsável pelas escutas telefônicas do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), e a juíza Selma Arruda, da Vara Contra o Crime Organizado da Capital. A afirmação do desembargador quanto à ação contra o promotor e a juíza foi feita durante a sessão do Pleno do Tribunal de Justiça da última quinta-feira (25).

A conversa entre Machado e Silval aconteceu em setembro de 2015. De acordo com ele, o áudio foi “vazado” à TV Centro América pelo Gaeco, que na época era comandado por Marco Aurélio.

De acordo com o Gaeco, as escutas foram feitas perante autorização judicial e mostraram o ex-governador tentando um habeas corpus para a então primeira-dama, Roseli Arruda, que estava presa, acusada de participação em um esquema que terá desviado R$ 8 milhões da Secretaria de Estado de Assistência Social (Setas). As investigações foram no âmbito da Operação Arqueiro - Ouro de Tolo”, e os desvios teriam ocorridos entre 2011 e 2014.

Marcos Machado foi alvo de representação por suposto tráfico de influência, encaminhada ao TJ-MT e ao Conselho Nacional de Justiça. No entanto, a sindicância instaurada para apurar o caso foi arquivada. “Silval não era investigado e os promotores do Gaeco apresentaram um requerimento [de quebra de sigilo telefônico], além do telefone da esposa, dona Roseli, de mais quatro pessoas, inclusive o terminal dele e dos três filhos. Eles não eram investigados e essa ligação foi guardada no Gaeco por 40 dias e, quando o governador passou a ser investigado em outra operação, e foi impetrado o habeas corpus aqui, essa interceptação foi levada à TV Centro América e resultou naquela patifaria, naquela canalhice que fizeram comigo”, explicou Machado durante a sessão do Pleno.

Machado ainda mencionou o fato de estar buscando levantar provas, para posteriormente entrar com uma ação contra o promotor do Gaeco que havia solicitado a interceptação telefônica do ex-governador e que teria divulgado o conteúdo da conversa, e contra a juíza Selma Arruda, responsável por permitir os grampos. 

 

 

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