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O Documento - Conselheiro cita "calvário" e pede que ministro reveja decisão que o afastou do TCE

RECURSO NO STF

Conselheiro cita "calvário" e pede que ministro reveja decisão que o afastou do TCE

Por: Da Redação
Albano afirma que não pode nem sair de casa por vergonha de um crime que não cometeu
Albano afirma que não pode nem sair de casa por vergonha de um crime que não cometeu

O conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), Valter Albano, impetrou com uma petição Supremo no Tribunal Federal (STF) onde reclama ao ministro Luiz Fux que está vivendo um “verdadeiro calvário de exposição midiática, pessoal, profissional e familiar”, e pede ao ministro Luiz Fux, para que reveja a decisão que o afastou do cargo no dia 14 de setembro de 2017, quando foi deflagrada a Operação Malebolge

 “Vivo um verdadeiro calvário de exposição midiática, pessoal, profissional e familiar, constituindo um verdadeiro martírio absolutamente injustificável, que não pode perdurar indefinidamente. Minha vida virou um inferno, não posso sair à rua, frequentar um restaurante ou mesmo um shopping de vergonha por algo que não cometi”, afirma, em petição ingressada no dia 21 de março.

Albano foi afastado do cargo juntamente com outros quatro conselheiros – José Carlos Novelli, Antonio Joaquim, Sérgio Ricardo e Waldir Teis -, todos acusados de receberem propina de R$ 53 milhões para não “atrapalharem” o andamento das obras de pavimentação do programa “MT Integrado” e da Copa do Mundo de 2014. Todos foram citados nas deleções premiadas do ex-governador Silval Barbosa, de seus familiares e do seu ex-chefe de Gabinete Silvio Corrêa.

Albano reclama de ainda não ter sido ouvido para apresentar sua versão dos fatos. “Excelência, até hoje o ora requerente sequer foi ouvido ou convidado para tanto!!! Contudo, encontra-se afastado de suas funções humilhantemente há mais de seis meses, sem nenhuma satisfação”, diz outro trecho da petição. 

“Essa situação está destruindo Albano nos aspectos moral, emocional e profissional. Seu currículo impecável por quase meio século não merece essa punição tão drástica, sem uma decisão final condenatória no seio do devido processo legal”.

Na petição, Albano alega ainda que foi apenado sem nenhuma prova legal de que ele tenha praticado algum ato ilegal, configurando seu afastamento do cargo como “injusta punição aplicada antecipadamente”.

Comentários

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    Aperta que ele abre o bico
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    Autor:
    ORA BOLAS!!!!!!SE NÃO TIVESSE COISA "BRAVA E OBSCURA" nessa "tramoia" toda, não teria sido "AFASTADO" e os DEMAIS também . É A JUSTIÇA FUNCIONANDO..... Fim de papo ......