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O Documento - TJ manda soltar oficial de Justiça acusado de oferecer propina a assessora de juíza

OPERAÇÃO CONVESCOTE

TJ manda soltar oficial de Justiça acusado de oferecer propina a assessora de juíza

Por: Da Redação
Rondon Bassil determinou soltura do réu, que ficou 24 dias detido
Rondon Bassil determinou soltura do réu, que ficou 24 dias detido

O desembargador Rondon Bassil, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou na noite de sexta-feira (14) a soltura do oficial de Justiça Éder Gomes de Moura, preso durante a deflagração da Operação Convescote no último dia 20 de junho. Ele estava preso acusado de participação no esquema de desvio de recursos públicos através de convênios fraudulentos entres a Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe) e a Assembleia,Tribunal de Contas do Estado (TCE) e outros órgão públicos no Estado de Mato Grosso. O esquema teria causado um prejuízo de mais de R$ 3 milhões aos cofres públicos.

Éder é acusado de tentar atrapalhar as investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado), através de oferta de propina a uma assessora da juíza da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, Selma Arruda para conseguir informações sobre as investigações. Ele dizia que estava agindo em nome de um advogado,cujo cliente tinha interesse em saber sobre o ter da denúncia.

Eder disse para a servidora do TJMT que fazia uma intermediação para um advogado. Esse advogado teria pedido os documentos porque um cliente estava interessado em saber o teor da denúncia. Inicialmente a oferta de propina era de R$ 5 mil e chegou a R$ 15 mil.          A servidora recusou a proposta e colaborou para que o Gaeco filmasse o acusado lhe oferecendo propina.

As investigações da primeira fase da Operação Convescote apontam indícios de irregularidades em contratos da Faespe (Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual) com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), a Assembleia Legislativa, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e a Prefeitura de Rondonópolis, nos anos de 2015 e 2016.

De acordo com o Gaeco, a Faespe fechava contrato com os órgãos e usava empresas de fachada para prestação de serviços fictícios.

O grupo abria empresas fictícias com contas bancárias na Cooperativa de Crédito Sicoob, por meio das quais recebia recursos provenientes de contratos com órgãos públicos. Todas as empresas investigadas tinham sempre a mesma atividade econômica: Serviços Combinados de Escritório e Apoio Administrativo.

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