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VIDA PÚBLICA

"Política não é para ficar rico. Eu não fiquei rico na política", afirma governador

Por: Da Redação
Em entrevista esta manhã, governado garante que possui o mesmo patrimônio que tinha quando era procurador da República
Em entrevista esta manhã, governado garante que possui o mesmo patrimônio que tinha quando era procurador da República

O governador Pedro Taques (PSDB) afirmou na manhã desta quarta-feira (11) que não deixou o cargo de procurador da República para entrar na política com o objetivo de se tornar rico. Ele deixou o Ministério Público Federal, em 2010, para disputar o Senado da República pelo PDT.

De acordo com o hoje tucano, política não foi feia para se ganhar dinheiro. “Política significa aquele que se preocupa primeiro em ajudar os outros, depois, seus interesses particulares, isso é política. Política não é para ficar rico. Eu não fiquei rico na política. Tenho o mesmo patrimônio que eu tinha quando deixei o Ministério Público Federal”, afirmou ao programa Difusora Notícias, da rádio Difusora Bom Jesus de Cuiabá.

“A minha família não ficou rica na política. Eu não quero ser político para ganhar dinheiro. Se eu quisesse ganhar dinheiro, não estaria na política. A política não é lugar para ganhar dinheiro. Por isso eu sou político”, completou.

De acordo com a declaração de bens que fez à Justiça Eleitoral, quando disputou o Governo do Estado em 2014, Taques possui um patrimônio R$ 1 milhão, sendo um apartamento, em Cuiabá, no valor de R$ 800 mil e dois veículos. “Eu deixei um cargo vitalício porque entendo que política é uma forma de transformação. Fui senador da República e agora governador. Muitos demoram 30 anos para ser governador, eu fui em quatro anos na política”, destacou.

Taques ainda mandou um recado para os adversários políticos. Voltou a lembrar que muitos que estavam com ele, se afastaram porque pensaram que iriam governar em seu lugar. Entre os ex-aliados que deverá enfrentar nas urnas estão o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Piveta (PDT) e o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM).

“Algumas pessoas não gostam de mim e é bom que não gostem, porque não gosto de coisas erradas, não sou Maria-vai-com-as-outras, não sou aquela vaquinha de presépio. Muitos companheiros que estavam comigo na eleição passada me abandonaram porque acharam que iam mandar no Governo. Quem foi eleito para decidir fui eu. Claro, eu ouço, converso, mas a decisão é daquele que o cidadão votou e confiou. Por isso sou o governador de Mato Grosso”.

Taques disse também que irá definir sobre a reeleição até o final do mês, quando devem ser realizadas as convenções partidárias. “É natural que quem esteja no exercício do mandato seja candidato a reeleição. O Dante foi, o Blairo foi, o Silval foi. É normal que o governador seja candidato a reeleição. Mas eu não estou pensado nisso ainda. Vamos deixar a reeleição para daqui a 20 dias quando tivermos as convenções”, concluiu.  

 

 

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