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O Documento - Dinheiro sonegado daria para construir 72 escolas, 1,4 mil casas populares e criar 753 leitos de UTI

OPERAÇÃO CRÉDITO PODRE

Dinheiro sonegado daria para construir 72 escolas, 1,4 mil casas populares e criar 753 leitos de UTI

Por: Da Redação
Organização criminosa sonegou R$ 140 milhões em ICMS
Organização criminosa sonegou R$ 140 milhões em ICMS

O montante de dinheiro que o Estado deixou de arrecadar, no esquema que envolveu 30 empresas de fachadas ou fantasmas, constituídas com o objetivo de promover a  sonegação de impostos, poderia ser investidos na aquisição de 753 leitos de UTI;  938 viaturas policiais; construção de 72 escolas; e 1.400 casas populares, estima o delegado Sylvio do Vale Ferreira Júnior, que preside o inquérito policial que investiga uma quadrilha acusada de sonegar mais de R$ 140 milhões em ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) através de fraudes na comercialização interestadual de milho, algodão, feijão, soja, arroz, milho, sorgo, painço, capim, girassol e niger.

O esquema foi descoberto nas investigações da operação "Crédito Podre", deflagrada nesta quinta-feira (07), pela Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz). Foram cumpridos 6 mandados de prisão preventiva, 34 ordens de busca e apreensão e 9 conduções coercitivas. Todos os 16 envolvidos no esquema foram presos e oito conduzidos coercitivamente para depoimentos.

Em seis anos, a organização criminosa montada para sonegar impostos de transações comerciais da venda de grãos no Estado de Mato Grosso, emitiu 2,1 bilhão de notas fiscais frias, que nunca tiveram os tributos recolhidos aos cofres públicos.

Entre os presos estão o empresário Wagner Fernandes Kieling, considerado o líder da organização criminosa e sócio da empresa Ápice Administração e Gestão Empresarial LTDA, situada no Bairro Jardim das Américas, em Cuiabá. No local eram emitidas as notas fiscais fraudulentas.  Também foram detidos Rivaldo Alves da Cunha, Paulo Serafim da Silva (Várzea Grande), Kamil Costa de Paula (Várzea Grande); Evandro Teixeira de Resende (Cuiabá); Paulo Pereira da Silva (Barra do Garças); Jean Carlos Lara (Primavera do Leste); Rogério Rocha Delminto (Primavera); Neusa Lagemann de Campos (Sorriso); Rinaldo Batista Ferreira Júnior (Primavera); Cloves Conceição Silva (residente em Campo Verde, mas localizado e preso em Camboriú (SP)); Paulo Henrique Alves Ferreira (Campo Verde); Diego de Jesus da Conceição (Várzea Grande); Marcelo Medina (Rondonópolis); Theo Marlon Medina (Indaiatuba-SP); Valdecir Marques (Cuiabá).

Todos os envolvidos no esquema responderão por crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, falsificação de documentos, uso de documento falso, uso indevido de selo público e sonegação fiscal.

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