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O Documento - Agente penitenciário é preso em operação suspeito de lavagem de dinheiro para facção

RED MONEY

Agente penitenciário é preso em operação suspeito de lavagem de dinheiro para facção

Por: Da Redação
Mandados de prisão foram cumpridos em todo o estado. Agente seria representante de uma empresa que era usada pela facção criminosa para lavagens de dinheiro
Mandados de prisão foram cumpridos em todo o estado. Agente seria representante de uma empresa que era usada pela facção criminosa para lavagens de dinheiro

Um agente penitenciário identificado como Silvano Oliveira Lima, foi preso no município de Sorriso (420 km de Cuiabá) na quarta-feira (8), durante a “Operação Red Money”, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil, sob a coordenação da Diretoria de Inteligência e a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

A operação tinha objetivo prender membros da organização criminosa que participavam de um esquema criminoso de arrecadação de dinheiro e que era comandado por lideranças de dentro das penitenciárias.

Foram cumpridos mais de 230 ordens judiciais, sendo 94 mandados de prisão preventiva, 59 buscas e apreensão, 80 ordens judiciais de bloqueios de contas correntes, além de sequestro de bens (veículos, joias, imóveis) e valores.

Além do agente, uma mulher – Rosemar Dalmolin, também foi presa em Sorriso.

Segundo o delegado Nilson Farias, os dois seriam representantes de uma empresa que era usada pela facção criminosa para supostas lavagens de dinheiro.

De acordo com o delegado, apenas Rosemar teria dito que não era mais a dona da conta associada à facção. “Nós investigamos o Comando Vermelho, responsável por tráfico de drogas e práticas de outros crimes, e foram identificadas algumas contas bancárias de empresas, que durante a investigação, constatamos que poderiam ser de fachada. As duas pessoas que foram detidas participam como representantes de uma dessas empresas que recebeu valores grandes dessas contas, então está sendo feita toda uma investigação para identificar possível crime de lavagem de dinheiro”, explicou.

O sistema de arrecadação financeira da facção investigada na operação assume formato de pirâmide. No topo está o núcleo de liderança e na base dezenas de contas bancárias, com movimentação menor, que fazem a captação de dinheiro, e, gradativamente, fazem o repasse às contas maiores.

O grupo conseguiu captar dinheiro por meio de pagamento de mensalidade de membros e traficantes, além de taxas de ‘segurança’ em comércios. Outra fonte de renda vem de crimes articulados de dentro dos presídios, como roubos e furtos de veículo e agências bancárias, tráfico de drogas e estelionato.

No período de um ano e meio (01/06/2016 a 18/01/2018), entre entradas e saídas de 44 contas investigadas na operação, foram identificados movimentação de aproximadamente R$ 52 milhões.

 

 

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