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O Documento - Brasil vira para cima da Sérvia e vai à final do Grand Prix

VÔLEI

Brasil vira para cima da Sérvia e vai à final do Grand Prix

Por: GloboEsporte.com
Meninas têm ótimo desempenho na defesa, batem a equipe vice-campeã olímpica por 3 a 1 e seguem firmes na busca pelo 12º título da competição
Meninas têm ótimo desempenho na defesa, batem a equipe vice-campeã olímpica por 3 a 1 e seguem firmes na busca pelo 12º título da competição

Em uma defesa onipresente e contra-ataques precisos, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu a Sérvia por 3 a 1 (20/25, 25/23, 25/14 e 25/23) na manhã deste sábado em Nanjing, na China, e está na final do Grand Prix. A equipe comandada por José Roberto Guimarães saiu de uma derrota na primeira parcial para se agigantar em quadra e buscar a virada que valeu a manutenção do sonho da conquista do 12º troféu da competição. A final será neste domingo a partir das 9h (de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo, SporTV e acompanhamento em Tempo Real do GloboEsporte.com.

Defendendo o título da última edição, o Brasil agora decide a parada contra a Itália, que surpreendeu a anfitriã China vencendo a outra semifinal por 3 sets a 1 (18/25, 25/23, 25/22 e 27/25). A seleção já levou o título do Grand Prix 12 vezes, sendo campeã em 1994 / 96 / 98 / 2004 / 05 / 06 / 08 / 09 / 13 / 14 e 16.

Com uma defesa onipresente e contra-ataques precisos, a seleção brasileira feminina de vôlei venceu a Sérvia por 3 a 1 (20/25, 25/23, 25/14 e 25/23) na manhã deste sábado em Nanjing, na China, e está na final do Grand Prix. A equipe comandada por José Roberto Guimarães saiu de uma derrota na primeira parcial para se agigantar em quadra e buscar a virada que valeu a manutenção do sonho da conquista do 12º troféu da competição. A final será neste domingo a partir das 9h (de Brasília), com transmissão ao vivo da TV Globo, SporTV e acompanhamento em Tempo Real do GloboEsporte.com.

Defendendo o título da última edição, o Brasil agora decide a parada contra a Itália, que surpreendeu a anfitriã China vencendo a outra semifinal por 3 sets a 1 (18/25, 25/23, 25/22 e 27/25). A seleção já levou o título do Grand Prix 12 vezes, sendo campeã em 1994 / 96 / 98 / 2004 / 05 / 06 / 08 / 09 / 13 / 14 e 16.

Destaque na vitória sobre a Holanda, Ana Beatriz começando em lugar de Adenizia. O Brasil já estava atento na defesa e saiu de uma desvantagem inicial para virar para 6/5, indo para a primeira parada técnica com 8/7 a seu favor. Vice-campeã olímpica, a Sérvia, no entanto, mostrou sua cara, virou para 17/13 e fechou o set em 25/20, sempre comandada pela jovem e talentosa Tijana Boskovic, responsável até então por 13 pontos.

A seleção brasileira voltou para a segunda parcial com Adenizia em lugar de Carol. Assim como aconteceu na anterior, as meninas saíram atrás, mas viraram e em seguida fizeram 8/6. A entrada da central mineira acendeu a equipe, que chegou a 16/14 com direito a uma medalha de Tandara estampada no rosto da capitã sérvia Milena Rasic. O Brasil seguiu na dianteira e, mesmo desperdiçando dois set points, levou por 25/23 após ataque de Drussyla, que entrou bem demais no jogo.

O início da terceira parcial foi pau a pau, com a seleção indo para a parada técnica levando a melhor por um ponto (8/7). Com bom desempenho tanto no ataque como no bloqueio, Tandara era um dos destaques pelo selecionado brasuca, que colocou quatro de frente (12/8) e jogou pressão nas adversárias. Seguindo muito forte na defesa, o Brasil sobrou em quadra e encurtou o caminho para a incontestável vitória por 25/14 e a virada no marcador.

Com o astral nas alturas, as meninas garantiram a vantagem inicial de 8/6 no quarto set. A equipe europeia, por sua vez, tentava de tudo para reverter a situação e seguir viva na luta. Apesar do ótimo desempenho de Boskovic, o Brasil não perdeu o embalo e seguiu comandando o placar até o descanso para a segunda parada técnica (16/13). A partida parecia desenhando o triunfo brasileiro, mas as sérvias correram atrás e chegaram a virar, mudando o panorama. Na base da raça e mostrando sua força, a seleção retomou as rédeas e, depois de dois bloqueios seguidos, liquidou a fatura, carimbando o passaporte para a final.

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