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Economia

Natura lança propaganda com beijo lésbico e internautas pedem boicote

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Casais de mulheres dando beijos
Reprodução

Propaganda da Natura foi criticado por mostrar mulheres dando beijos


A marca de comésticos Natura tem sido um dos assuntos mais comentados no Twitter na manhã desta terça-feira (14). Depois de divulgar, no início da manhã, sua nova campanha publicitária de Dia dos Namorados, a empresa foi criticada pelos internautas.

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Na ação, feita para anunciar a “Coleção do Amor”, sua nova linha de batons, a Natura conta as história de três casais lésbicos. Ao final do vídeo, os casais trocam beijos, o que gerou uma proposta de boicoite à marca no na internet.

Assista à propaganda:



Além do vídeo, a marca de cosméticos também fez vários posts em sua conta no Instagram para promover a campanha. As publicações apresentam as histórias dos três casais. Em uma delas, a empresa afirma: “Que nossa maquiagem só borre por causa de beijos cheios de AMOR! Para divulgar a nova #ColeçãoDoAmor, convidamos três casais para contar suas histórias e celebrar a diversidade!”.

Em outra, a Natura celebra os novos produtos. “Dê boas vindas para esta coleção sem rótulo, sem gênero, sem regras, e com muito, muito amor e diversidade”, escreve.

No Twitter, tanto o comercial quanto os posts foram alvo de críticas. A hashtag #BoicoteNatura está, desde cedo, na primeira colocação dos Trending Topics da rede social.

Enquanto alguns usuários disseram que a ação teria “ideologia de esquerda”, outros associaram os beijos lésbicos a “atos obscenos”. Alguns, ainda, utilizaram o bordão “quem lacra não lucra”. Confira a repercussão:

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Apesar das críticas, a hashtag também ficou repleta de apoiadores, que defenderam a campanha da Natura . Alguns internautas relembraram outras tentativas de boicote na web, como o mais recente, sobre uma campanha do Burguer King , enquanto outros ressaltaram de que as pessoas não estão se preocupando com os problemas reais do País.

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Fonte: IG Economia
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MUITAS CRIANÇAS VAO ESTAR VENDO A PROPAGANDA, SERA QUE PRECISA APELAR TANTO PRA CHAMAR A ATENÇAO, SERA QUE NAO TEM UMA OUTRA FORMA DE DIVULGAR O PRODUTO, ISSO NAO E NEM QUESTAO POLITICA, E SIM DE BOM SENSO.

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[…] Fonte: IG Economia […]

Economia

Dólar sobe 0,97% e chega a R$ 4,03, o maior valor desde setembro

Publicado


dólares
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Durante a sessão de hoje (16), por volta das 16h, o dólar chegou a R$ 4,04; em 2019, a moeda já acumula alta de 4,16%

Com investidores atentos à guerra comercial entre China e Estados Unidos e preocupados com o cenário político no Brasil, o dólar encerrou o dia em alta de 0,97%, cotado a R$ 4,0352. É o maior patamar de fechamento desde 28 de setembro do ano passado, quando a moeda norte-americana valia R$ 4,0378.

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Durante a sessão desta quinta (16), por volta das 16h, o dólar chegou à máxima de R$ 4,0411. Em 2019, a moeda já acumula alta de 4,16%. O Ibovespa, principal indicador de desempenho da Bolsa de Valores brasileira (B3), também vive um dia difícil e opera em queda desde a abertura do pregão, estagnando na casa dos 90 mil pontos.

O mercado financeiro espera por novidades sobre a reforma da Previdência, considerada fundamental para o reajuste das contas públicas. Os últimos dias, no entanto, marcados por protestos contra o governo e investigações envolvendo pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), incluindo o filho Flávio, deixaram os investidores céticos quanto à capacidade do governo de dar continuidade à tramitação do projeto.

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Em Dallas, nos Estados Unidos, Bolsonaro afirmou que a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Flávio tem como único objetivo atingi-lo . A decisão da Justiça é baseada em um relatório do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) que aponta indícios de que o senador comprou e vendeu imóveis na capital fluminense para lavar dinheiro.

Perspectivas pessimistas


presidente do bc
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 16.05.2019

“A gente acha que a recuperação da atividade econômica foi parcialmente interrompida”, avaliou o presidente do BC

Nesta quarta-feira (15), o Banco Central divulgou o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma espécie de prévia do PIB (Produto Interno Bruto), que teve queda de 0,68% no primeiro trimestre deste ano. Os números oficiais serão anunciados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 30 de maio, mas o IBC-Br reforça o pessimismo em relação ao crescimento econômico.

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, atribuiu esse clima pessimista às incertezas sobre a aprovação das reformas  apresentadas pelo governo, em especial a da Previdência. “A gente acha que a recuperação da atividade econômica foi parcialmente interrompida. As eleições acabaram sendo mais polarizadas. Quem tem dinheiro, espera. O investidor esperou, esperou e está esperando o momento [de investir]”, declarou Campos Neto.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Dólar supera R$ 4 e fecha no maior valor em oito meses

Publicado

Em mais um dia de nervosismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou acima de R$ 4 pela primeira vez em quase oito meses. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (16) vendido a R$ 4,037, com alta de R$ 0,041 (1,01%).

A última vez em que a divisa tinha fechado acima de R$ 4 tinha sido em 1º de outubro (R$ 4,018). O dólar está no valor mais alto desde 28 de setembro, quando também valia R$ 4,037. A divisa operou em alta durante todo o dia, mas acelerou a valorização no fim da tarde.

O dia também foi de tensões no mercado de ações. Em queda pelo segundo dia consecutivo, o índice Ibovespa, da B3, fechou em baixa de 1,75%, aos 90.024 pontos. Esse foi o menor nível do ano. A última vez em que o indicador tinha ficado abaixo de 90 mil pontos tinha sido em 28 de dezembro do ano passado (87.887,26).

Ontem (15), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), encolheu 0,68% no primeiro trimestre de 2019 contra o último trimestre de 2018.

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No cenário externo, as vendas no comércio nos Estados Unidos caíram 0,2% em abril. Paralelamente, as vendas e a produção industrial na China registraram desaceleração. Os dois países atravessam uma escalada de tensões comerciais, após os Estados Unidos terem sobretaxado produtos chineses em US$ 200 bilhões.

No início da semana, o país asiático informou que aplicarão tarifas sobre US$ 60 bilhões em mercadorias norte-americanas a partir de junho.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC
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