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Musical “Hillary and Clinton” expõe fim de dinastia na política dos EUA

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Depois do enorme sucesso de “Hamilton” – musical de Lin-Manuel Miranda que conta a história de Alexander Hamilton, um dos fundadores dos Estados Unidos – é possível encontrar outro espetáculo com viés político na Broadway, só que bem mais modesto em termos de produção. “ Hillary and Clinton ” estreou no dia 18 de abril e já tem chamado a atenção da crítica.

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Hillary and Clinton
Reprodução/Instagram

“Hillary and Clinton” conquista crítica na Broadway

Para protagonizar o musical , foram escalados dois nomes de peso: a atriz Laurie Metcalf, vencedora de dois Tony Awards e três vezes ganhadora do Emmy; e o ator John Lithgow, que soma dois Tony e um Emmy. O responsável pela direção do espetáculo é Joe Mantello.

O musical se passa no começo de 2008, quando a ex-primeira dama, Hillary, tenta desesperadamente salvar sua conturbada campanha para ser presidente dos Estados Unidos. Seu marido, Bill, vê as coisas de um jeito e seu gerente de campanha, Mark, vê as coisas de outro e isso gera certo conflito entre os envolvidos.   

A história começa em um hotel em New Hampshire em meio a acirrada disputa com Barack Obama. “Hillary and Clinton” explora a política, o casamento, os papéis de gênero e as limitações em meio a uma dinastia americana em crise.

A crítica internacional tem destacado a atuação dos premiados atores que dão vida a Hillary e Bill. Quanto a história, o “The New York Times” resume como o retrato de um casamento entre dois políticos americanos extremamente conhecidos. No geral, o musical é marcado pela melancolia da ex-primeira dama e isso está sendo muito bem dosado na atuação Laurie, segundo os críticos.

Mesmo tendo John Lithgow no papel do Bill, o foco do musical é na figura de Hillary, que faz o público ver o mundo através dos olhos de uma mulher que tem todos os requisitos para se tornar presidente e, no entanto, sofre para conseguir tal feito.

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O filme “Superação – O Milagre da Fé” estreou no dia 11 de abril e, após o seu segundo final de semana em cartaz, já atinge a marca de 1 milhão de espectadores e segue fazendo sucesso nos cinemas de todo país. Baseado em uma história real, o filme conta a trajetória de Joyce Smith, a mãe do jovem John que, aos 14 anos, sofre uma queda acidental em um lago congelado e se afoga.

John foi considerado morto por mais de uma hora e tudo muda depois que sua mãe junta forças e faz uma oração pedindo a Deus um milagre para que seu filho sobrevivesse. O filme estrelado por Chrissy Metz (“This is Us”) vai bem, mas tende os números tendem a cair com a estreia de “Vingadores: Ultimato”.

  • Astro de “Shazam!” é destaque no “MTV Movie & TV Awards”

Zachary Levi
Divulgação

Zachary Levi foi convidado para apresentar “MTV Movie & TV Awards”

Com o sucesso de bilheteria de “Shazam!”, o protagonista Zachary Levi foi convidado para ser o apresentador do “MTV Movie & TV Awards” de 2019. A premiação acontecerá no dia 17 de junho no Barker Hangar, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Antes de se tornar um herói, Zachary atuou em “Thor: The Dark World” e ficou muito conhecido ao interpretar Chuck Bartowski na série “Chuck”. O ator também se destacou como Benjamin na série “The Marvelous Mrs. Maisel”.

A lista de apresentadores das edições passadas do “MTV Movie & TV Awards” conta com nomes como: Tiffany Haddish, Adam Devine, Dwayne Johnson e Kevin Hart, Amy Schumer, Conan O’Brien, Rebel Wilson, Russell Brand, Jason Sudeikis e Andy Samberg.

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Turma do Chaves
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“Chaves” se tornou um clássico e não sai da programação, mesmo sem novos episódios desde os anos 80

Apostando no sucesso que atravessou gerações, o espetáculo “ Chaves – Um Tributo Musical ” vai acontecer e já tem data de estreia marcada: dia 23 de agosto. O musical será apresentado no Teatro Opus, no Shopping VillaLobos, em São Paulo, e pode ser visto como uma homenagem a Roberto Gómez Bolaños, criador do personagem que até hoje consegue arrancar risos.

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O interessante é que essa é a primeira vez que o Grupo Chespirito e o SBT licenciam uma produção musical baseada em “Chaves”. O espetáculo terá direção musical de Fernanda Maia e direção geral de Zé Henrique de Paula, responsáveis por produções como “Urinal – o musical” e “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”. Ah, e pode se preparar para cantar junto com o elenco porque o musical terá as canções clássicas da série.

  • História de amor homoafetiva

O Príncipe DesEncantado – O Musical
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“O Príncipe DesEncantado – O Musical” terá única apresentação

O espetáculo infanto-juvenil “ O Príncipe DesEncantado – O Musical ” terá uma única apresentação na próxima segunda-feira (29), às 20h, no Núcleo Experimental, na Barra Funda, em São Paulo. A apresentação faz parte do Festival de Musicais – uma semana organizada pelo próprio Núcleo que conta com apresentações de musicais a preços populares.  

O espetáculos foi livremente inspirado no romance holandês “Koning en Koning” (Rei & Rei), de Linda De Haan e Stern Nijland, e também em declarações da escritora e educadora Márcia Leite. O texto de Rodrigo Alfer também recebeu toques de suas próprias experiências.

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O musical conta a história de Vick, um príncipe que perdeu o pai e é obrigado pela mãe a escolher uma na Escola de Princesas. O jovem se sente pressionado e decide ir esfriar a cabeça em um karaokê e é lá que conhece Teco, um rapaz por quem se apaixona. A trama se complica quando eles descobrem que Teco é irmão de uma as pretendentes de Vick.

Fonte: IG Gente
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Xuxa pede desculpas e se reaproxima de Anitta: “Estamos na boa”

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Xuxa Meneghel e Anitta finalmente voltaram a ser amigas. Após dois anos afastadas, as famosas resolveram as diferenças e estão se falando com frequência desde março, quando a cantora completou 26 anos. “Mandei os parabéns e ela me retornou muito fofa, falando coisas legais, dizendo que a mensagem que eu tinha mandado caiu bem”, revelou a loira em conversa com Leo Dias.

E continuou: “Voltamos a falar. Sobre veganismo e vários assuntos. Entendi muitas reações dela comigo. É uma coisa muito dela. Estamos na boa já. Os fãs perceberam que estamos nos seguindo e curtindo postagens”.

As duas, para quem não se lembra, haviam se virado uma para outra em 2017. Na época, Anitta participou de um quadro do programa da veterana na Record e se recusou a responder perguntas de cunho sexual. A situação causou um grande desconforto ao vivo.

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De mãos dadas com a tradição, jovens ajudam a perpetuar siriri

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Pelas comunidades Capital afora, grupos estendem arte e cultura a ação social e a realização de eventos ajudam atrair novos públicos

De mãos dadas ou para cima, olhos fechados e coração aberto, dezenas de dançarinos de siriri se concentram para pedir as bênçãos de São Benedito, Nossa Senhora Aparecida e São Gonçalo. A prece, feita atrás do palco, antecede a entrada dos grupos de dança que se apresentaram no 13º Festival de Siriri, no sábado (18) e domingo (19). Para além da fé e das coreografias impecáveis, uma característica comum se repetia em todos os grupos: a participação maciça dos jovens.

Sob o ritmo do mocho e do ganzá, eles levaram ao palco a certeza da continuidade da tradição, nascida da mistura de brincadeiras indígenas, com batida expressão hispano-lusitana. Resiliente, a expressão sobrevive aos séculos e ao impacto cultural causado pela intensa migração experimentada por Cuiabá, e deixando os quintais dos bairros para arrancar aplausos mundo afora.

Esta perspectiva ajuda a justificar a adesão dos mais novos à dança e estende o alcance da arte ao patamar social. “Estamos em um bairro carente onde não tinha atração, então ali se tornou um ponto de encontro para os jovens, que vinham passear dançar, e acabavam trazendo um amigo, um parente e vai juntando todo mundo em uma grande família”, conta a psicóloga Cristina de França, coordenadora do grupo Flor do Atalaia.

Dentro de cada grupo as habilidades de cada um afloram e contribuem com a construção de passos, melodias, figurinos e maquiagem, por exemplo. Sendo assim, o laço natural que participantes mais ou menos jovens mantém com a manifestação típica das festas de santo dos bailes, se estreita diante do vislumbre de novas vivências, do contato com instrumentos musicais e da descoberta de talentos.

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Neste contexto, a retomada do festival pelo prefeito Emanuel Pinheiro assume papel de destaque. É o que explica o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo. “A partir do momento em que se organiza um evento no qual eles são os protagonistas, cria-se no íntimo de cada criança e adolescente a sensação de pertencimento a esta cultura. É uma manifestação riquíssima e que precisa de visibilidade, e é isso estamos fazendo.”

Aos 53 anos, o coordenador do grupo Flor Serrana, Almindo Reis de Oliveira, atribui à sua geração a responsabilidade de manter viva a tradição. Enquanto recobra o fôlego após a apresentação de pouco mais de 20 minutos, ele conta que o gosto pela dança surgiu quando ainda era criança e, por incentivo dos pais, levado a frente. Hoje Nézinho, como é mais conhecido, faz bonito entre participantes de 17, 15 e 12 anos, as idades dos mais jovens integrantes.

“Eu vejo aqui a continuidade de uma cultura única, que não pode morrer. As pessoas daminha faixa etária é que tem a responsabilidade de levar isso a diante. Hoje o nosso dançarino mais novo tem 12 anos, mas temos seguidores com crianças de três aninhos, já balançando a saia quando a música toca. Está no sangue. Isso é gratificante porque significa que o siriri não vai parar por aqui.”

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Não se depender do dançarino Joelder Duarte, 21. “Minha família sempre participou das festas de santo, então eu tenho essa ligação. Na nossa região os moradores se reúnem no domingo e como não tem som eletrônico, o siriri agita a festa e todo mundo acaba dançando e brincando. Embora ainda tenham pessoas que achem que é coisa de velho, eu discordo totalmente. São 20 minutos de muita correria, euforia. O coração bate a cem mil por hora e isso acaba sendo o maior estímulo.”

Do lado da plateia, em frente ao telão, o discurso é endossado pelo auxiliar de serralheiro Douglas Morais, 28. “Sou cuiabano já participei de vários outros festivais, dançava também. Vejo que antigamente parece que o pessoal tinha vergonha de falar que participava. Agora eu acho que está expandindo e as pessoas mais novas estão se interessando.”

O 13º Festival também contou com exposição fotográfica temática, feira de artesanato e praça de alimentação.

Além do Flor Serrana e Flor do Atalaia, no sábado se apresentaram também São Gonçalo Beiro Rio e Coração Tradição Franciscano. No domingo, competiram os grupos Voa Tuiuiú, Tradição Coxiponé, Flor do Campo e Raízes Cuiabanas. A entrada nos três dias de festival foi gratuita.

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