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Justiça bloqueia bens de Alckmin em ação que investiga caixa dois da Odebrecht

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Geraldo Alckmin em debate de 2018
Divulgação

Geraldo Alckmin teve os bens bloqueados pela Justiça de São Paulo


O ex-governador de São Paulo terá R$ 39,7 milhões de seus bens bloqueados pela Justiça de São Paulo. A decisão publicada nesta segunda-feira (15) partiu do juiz Alberto Alonso Muñoz, da 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo. Cabe recurso.

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O juiz atendeu a um pedido do Ministério Público de São Paulo que alega que Geraldo Alckmin tenha recebido R$ 7,8 milhões da empreiteira Odebrecht durante a sua campanha à reeleição como governador de São Paulo em 2014.

A denúncia do MP acusa o ex-governador de improbidade administrativa por não ter declarado à Justiça Eleitoral os repasses da Odebrecht, o que caracteriza o crime de caixa 2.

Na decisão, o magistrado também bloqueia os bens de de Marcos Antônio Monteiro, da construtora Odebrecht, Luiz Bueno Júnior, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Fernando Migliaccio da Silva e Hilberto Mascarenhas Alves da Silva. Todos estão ligados à Odebrecht.

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O juiz ainda defende que o bloqueio de bens se dá pela improbidade administrativa, já que ainda não há uma investigação concluída sobre um possível enriquecimento ilícito do tucano .

“Se, por outro lado, houve de fato ou não enriquecimento ilícito ou vantagem patrimonial indevida, lesão ao erário e patrimônio público, ou violação dos princípios da administração pública, é matéria de mérito que não cabe, por ora, examinar”, afirma o juiz.​

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Candidato a presidente na última eleição, Geraldo Alckmin chegou a prestar depoimento à Justiça sobre os repasses da Odebrecht quando estava em campanha. Além de ex-governador, o político também é o atual presidente do PSDB.

Fonte: IG Nacional
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Maia expõe agenda indefinida e critica: “Ninguém explicou o que é nova política”

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Rodrigo Maia
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Para Rodrigo Maia, é preciso ‘tomar cuidado para não ficar olhando o parlamentar sempre como vilão’

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apontou, nesta quarta-feira (24), que, após quatro meses de governo, ainda não ficou claro qual o programa do presidente Jair Bolsonaro para governar o Brasil. Além disso, o deputado afirmou que “ninguém explicou o que é a nova política ainda” e que não acha correta a associação que se faz do Parlamento com a “velha política”.

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As declarações de Rodrigo Maia foram dadas em entrevista à Globo News , na noite de ontem. Na ocasião, ele criticou a visão de que o governo pode influenciar nas escolhas da Câmara, mas que essa relação não é de duas vias. “É toma lá dá cá quando o Parlamento olha para o governo, mas não é toma lá dá cá quando o governo quer escolher o relator da reforma da Previdência?”, questionou.

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“O governo tem o interesse de influenciar na escolha do relator e é legítimo”, defendeu. “E quem tem uma agenda convergente do governo quer governar junto. Não tem nada errado nisso”, concluiu o presidente da Câmara , que definiu ser “preciso tomar cuidado” para não ficar “olhando o parlamentar sempre como vilão”. “O que é velho e o que é novo? Ninguém me explicou ainda o que é novo. Eu sei o que é certo e o que é errado”, disse.

As críticas de Maia chegam ainda à agenda do governo Bolsonaro , que segue, de acordo com ele, indefinida. “O governo precisa compreender qual é a agenda dele. Qual é a agenda do governo? Eu pergunto qual é a agenda do governo para a Educação? Eu não sei qual é até o momento. Ninguém sabe. Qual é a agenda do governo nas Relações internacionais? É um desastre”, diz.

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Ao questionar a ausência de um programa, Maia citou o exemplo do seu partido, que tem vários ministros no governo Bolsonaro. “O DEM tem três políticos nomeados e não faz parte do governo. Por quê? Por que a gente não sabe ainda qual é essa agenda do governo para que a gente possa ter clareza de dizer ‘quero fazer parte’.”

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Ainda durante a entrevista, Maia disse o que acha que seja a chamada nova política. “A nova politica é a que o Brasil tenha um sistema democrático muito parecido com as grandes democracias, em que o poder do Parlamento seja um poder efetivo.”

Perguntado sobre o arquivamento do pedido de impeachment feito contra o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, o presidente da Câmara disse que “a briga não é dele” e que a Casa “não quer participar desse conflito”.

“Achei por bem indeferir e sinalizar: olha, se vocês têm conflitos – que eu acho que é um conflito ruim, porque é o Presidente do Brasil ou o seu entorno e o vice-presidente –, a Câmara não quer participar desse conflito. Esse assunto na Câmara está encerrado”, afirmou Rodrigo Maia .

Fonte: IG Nacional
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Em 1° encontro com Putin, Kim pede ajuda da Rússia em questão nuclear

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Kim Jong-un e Vladimir Putin
Reprodução/ Twitter

Os líderes realizaram a primeira cúpula na Rússia nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira, aconteceu a primeira cúpula entre os líderes da Coreia do Norte, o ditador Kim Jong-un , e da Rússia, o presidente Vladimir Putin . Em Vladivostok, no Extremo Oriente Russo, os dois trataram de diversos temas, mas, principalmente, sobre a questão nuclear norte-coreana.

Segundo informações da CNN, Kim pediu que o presidente da Rússia auxilie na questão e que ambos trabalhem juntos para resolver o problema da desnuclearização norte-coreana, ponto que ficou em aberto após os encontros entre ele o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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“A situação na Península Coreana é de grande interesse para toda a comunidade internacional. Espero que nossas conversas sejam um evento importante para avaliarmos essa situação em conjunto, trocarmos pontos de vista sobre a situação e como resolver esse problema juntos”, disse Kim .

O ditador descreveu como “substancial” o primeiro encontro com o líder russo e se disse muito contente em visitar a Rússia: “espero que nossas negociações continuem da mesma forma, de maneira útil e construtiva”.

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Putin agradeceu a visita de Kim à Rússia , classificou o encontro como produtivo e disse esperar que as conversas possam ter um final feliz, com as questões envolvendo o programa nuclear norte-coreano sendo resolvidas de forma pacífica, até mesmo com os Estados Unidos .

Fonte: IG Nacional
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