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Juara terá mais de R$ 2 milhões para pavimentação urbana e infraestrutura

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Foto: JARDEL DA SILVA

Por articulação da presidente da Assembleia Legislativa, deputada estadual Janaina Riva (MDB), o município de Juara conseguiu na tarde desta quarta-feira (24) a liberação através da Secretaria de Estado de Infraestrutura de R$ 880 mil para pavimentação de 2 bairros e mais R$ 1,5 milhão para recuperação de vias urbanas.

Os valores referem-se a convênios antigos que já estavam prestes a perder a validade, mas que haviam se tornado inexequíveis ao longo dos anos e o município iria perder o recurso. Segundo o vereador Léo Boy, presidente da Câmara de Juara, a atuação da deputada Janaina junto ao governo do estado foi imprescindível para que o município não fosse prejudicado.

“É uma discussão que já vínhamos tratando há dias com a deputada Janaina Riva e a equipe do governo do Estado e no dia hoje, com o apoio da presidente conseguimos a liberação dos recursos relacionados a convênios firmados em 2009 no valor de R$ 880 mil para pavimentação de dois bairros de Juara. Além disso, garantimos a liberação de R$ 1,5 milhão para recuperação de vias urbanas já pavimentadas do município. A população de Juara agradece a deputada Janaina Riva e toda sua equipe por esse feito. Não podemos deixar de agradecer também ao secretário Marcelo de Oliveira por todo empenho em nos atende”, ressaltou o vereador.

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Para Janaina, exemplos como esse comprovam que quando há vontade do gestor, situações burocráticas que emperram o Poder Público são resolvidas. “Eu não podia deixar que Juara perdesse esse recurso por ineficiência de gestões passadas que não conseguiram realizar as obras. É preciso ressaltar o trabalho eficiente da Infraestrutura que se prontificou num acordo de cavalheiros a resolver a situação e evitar que o município perdesse recursos”, finalizou.

Na tarde de quarta-feira (24), uma comitiva formada por vereadores e o prefeito Carlos Sirena esteve na presidência da Assembleia Legislativa com o secretário Marcelo Oliveira e a deputada Janaina Riva, onde o” martelo foi batido” sobre os recursos.

Fonte: ALMT
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TCE não reconhece recurso e mantém decisão para que acusados de fraudes em obra na AL devolvam R$ 18 mi

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Embargantes tentaram impugnar, a mesma decisão, pela segunda vez, por meio da mesma espécie recursal, o que é vedado pela legislação

A conselheira interina Jaqueline Jacobsen votou por não conhecer os Embargos de Declaração (Processo nº 237981/2015) opostos por Valdenir Rodrigues Benedito, Adilson Moreira da Silva, Mário Kazuo Iwassake, Mauro Luiz Savi e Romoaldo Aloísio Boraczynski Júnior, já condenados pelo TCE-MT a ressarcir o erário em valor superior a R$ 18 milhões, incluindo multas.

De acordo com a conselheira, os embargantes tentaram impugnar, a mesma decisão, pela segunda vez, por meio da mesma espécie recursal, o que é vedado pela legislação. A decisão à qual se referem é o Acórdão 299/2018-TP, que os condenou a devolverem R$ 16.647.990,62 aos cofres públicos estaduais, por irregularidades na obra de construção do estacionamento da Assembleia Legislativa.

O voto da conselheira relatora foi acompanhado pela unanimidade dos membros do colegiado, na sessão extraordinária do Pleno de 14/05. No voto, a conselheira destacou que o objetivo da vedação legal é impedir a sucessiva utilização de uma mesma modalidade recursal, “que na prática procrastinaria o trânsito em julgado ou a efetividade de decisões singulares ou colegiadas, ocasionando ainda evidente cenário de insegurança jurídica”.

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De acordo com a equipe da Secretaria de Controle Externo de Obras e Serviços de Engenharia do TCE-MT foram verificadas diversas irregularidades na construção do estacionamento da AL/MT, entre elas pagamentos por serviços não executados, valores não compatíveis com a obra executada, deficiências no projeto básico, ineficiência no acompanhamento e fiscalização da obra. Em razão da suspeita de superfaturamento, foi determinada a entrega de cópia dos autos ao Ministério Público Estadual.

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Secretário de Planejamento defende decreto que regulamenta licença-prêmio; passivo por pagamento em espécie é de R$ 40 milhões

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Secretário Basílio Bezerra esteve nesta terça-feira na CCJR da Assembleia Legislativa

titular da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Basílio Bezerra Guimarães dos Santos, atendeu convite da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa e compareceu à reunião ordinária na tarde de terça-feira (21) para explicar o decreto nº 90, publicado pelo governador Mauro Mendes (DEM) no dia 16 de abril, com a finalidade de regulamentar a concessão e o gozo de licença-prêmio por assiduidade dos servidores públicos estaduais de Mato Grosso.

A legalidade do decreto havia sido questionada anteriormente pelo deputado Lúdio Cabral (PT), que apresentou à Casa proposta de decreto legislativo a fim de sustar a medida do governo estadual. Além de Cabral, participaram da reunião os membros titulares Sebastião Rezende (PSC) e Sílvio Fávero (PSL), sob a presidência de Dilmar Dal Bosco (DEM), que conduziu os trabalhos.

Lúdio Cabral questionou alguns pontos do decreto governamental que, segundo ele, entram em contradição com a Lei Complementar nº 04/1990, que dispõe sobre o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado e, em tese, ferem direitos do funcionalismo com relação à contagem de tempo para concessão de licença-prêmio, bem como no que toca à proibição de sua conversão para pagamento em espécie por opção do beneficiário.

O secretário mostrou disposição para reavaliar os pontos controversos do decreto e possível alteração ao Estatuto do Servidor, “para que sejam feitas as necessárias adequações”. No entanto, adiantou que o governo não deve abrir mão da proibição ao pagamento em espécie, devido à crise financeira. “Hoje, temos um passivo de R$ 40 milhões só por conta da conversão de licenças-prêmio para pagamento em espécie”, reclamou Basílio Guimarães.

ORDEM DO DIA – Na reunião, a comissão também votou alguns pareceres sobre matérias em tramitação. Uma das decisões – sobre o veto a projeto de lei proposto pelo ex-deputado Guilherme Maluf que dispõe sobre a garantia de acessibilidade dos deficientes visuais aos projetos culturais patrocinados com recursos públicos – terminou empatada. Dal Bosco acompanhou o voto do relator Fávero pela manutenção do veto, enquanto Cabral e Rezende foram contrários. A matéria será novamente discutida na próxima reunião, com a participação do quinto titular, deputado Dr. Eugênio (PSB) – que justificou ausência em razão de agenda oficial no interior do estado.

 

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