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Jaguar I-Pace: SUV elétrico é diversão garantida na pista

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Jaguar I-Pace na estrada
Divulgação

Jaguar I-Pace consegue acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,8 segundos, de acordo com a fabricante

Quando a Jaguar Land Rover nos convidou ao Autódromo Velo CIttà para o lançamento do novo Jaguar I-Pace, ainda não tinha ideia do desempenho e equilíbrio que o novo crossover elétrico teria. Sim, o termo “crossover” é mais apropriado, ainda que a marca trate o lançamento como um “SUV”. Ele é baixo, esticado e traz elegantes rodas de aro 20. Além, é claro, de um focinho muito esportivo.

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Em relação às outras fabricantes premium, a Jaguar foi a que mais levou tempo para apresentar seus primeiros SUVs. O F-Pace foi lançado apenas em 2016, enquanto o irmão E-Pace chegou no ano passado. Ambos os modelos são esportivos legítimos em vários tópicos, e isso me deixou ainda mais curioso sobre como o Jaguar I-Pace seria.

Limpo, dinâmico e familiar, o modelo traz todos os atributos que esperamos de um carro do futuro. O I-Pace parece ter vindo das mãos de um engenheiro de 2050, ainda mais quando pisamos fundo na pista e um som agudo de espaçonave preenche a cabine.


Millennium Falcon


Na reta principal, vejo o head-up display c hegar próximo dos 170 km/h. Cheguei na mesma velocidade em uma Audi RS4 Avant, mas com o ronco encorpado de um grande motor 2.9 V6. É muito estranho acelerar um esportivo elétrico na pista pela primeira vez, quase como um show acústico do Metallica.

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Os carros elétricos se beneficiam de um ótimo centro de gravidade, graças às baterias acopladas na plataforma (que correspondem a 9 mil iPhones no I-Pace, de acordo com os engenheiros). Levo o pé direito ao freio e me preparo para a primeira curva. O Jag reduz a velocidade com vigor e distribui bem a tração para percorrer a tangência. Como cada eixo possui um motor, o “handling” fica ainda mais equilibrado e firme.

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Por ser um eletrificado , o I-Pace tem força instantânea a qualquer momento. São 400 cv de potência e 69,6 kgfm de torque, capazes de fazer o modelo acelerar de 0 a 100 km/h em míseros 4,8 segundos. É o carro urbano mais rápido da Jaguar, perdendo apenas para o F-Type.


O fato do I-Pace dispensar um eixo cardã central também melhora o espaço interno. Seu assoalho é totalmente plano, deixando espaço suficiente para os pés dos ocupantes do banco traseiro. Cinco adultos podem viajar confortavelmente, sem que tenham seus meniscos esmagados ou choques de ombro.

Apesar de ser um crossover esportivo, seu porta-malas é de SUV médio-grande. São bons 656 litros de carga para acomodar a bagagem de uma família inteira. Ótima notícia para quem curte viajar.

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E dá para viajar?


Painel do Jaguar I-Pace
Divulgação

Painel do Jaguar I-Pace mostra boa ergonomia e uma série de recursos modernos, com telas de alta resolução


Este é o grande dilema dos carros elétricos nos dias de hoje: a autonomia. Mesmo em países desenvolvidos como os Estados Unidos, é normal que uma família tenha um modelo elétrico para afazeres urbanos e outro veículo movido a combustão para viagens longas. Afinal, encher o tanque de qualquer carro convencional requer uma parada de menos de dois minutos.

Mesmo nos terminais de recarga rápida, o proprietário teria que esperar cerca de 40 minutos para ter mais de 80% de sua autonomia recuperada no I-Pace. Mas até lá, você já teria andado um bocado.

A própria Jaguar compartilhou um teste feito há alguns meses. Os engenheiros saíram do escritório da marca na zona sul de São Paulo, foram até Juqueí no litoral norte e, então, retornaram. O I-Pace enfrentou o trajeto de 312 km sem qualquer recarga, voltando para a capital com 19% de carga.

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Mesmo com ar-condicionado e outros instrumentos ligados, é possível viajar com o Jaguar I-Pace sem grandes problemas. A marca britânica parece ter encontrado a intersecção perfeita entre dirigibilidade, ecologia e versatilidade para a família por R$ 449.190. Divertido e estiloso, este felino mostra que só faz SUV chato quem quer. Mas lembre que você ainda terá que levar o carregador residencial, que sai das concessionárias por R$ 13 mil. Confira abaixo um resumo da trajetória da Jaguar até chegar no elétrico I-Pace.


Fonte: IG Carros
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Jeep Renegade Limited:  quando o máximo nem sempre é o melhor

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Jeep Renegade branco
Carlos Guimarães/iG

Jeep Renegade Limited vem com luzes diurnas de LED, rodas de aro 19 e grade pintada de cinza grafite de série

Quando o Jeep Renegade recebeu retoques visuais e novos equipamentos, em outubro último, houve quem duvidou que as poucas mudanças seriam suficientes para manter o SUV com apelo no mercado. De fato, perceber as alterações no carro beira o jogo dos sete erros. Mas, não é que acertaram na receita?

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Conforme os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o Jeep Renegade é o SUV mais vendido do Brasil no acumulado de janeiro a abril, com 21.313 unidades, seguido pelo Nissan Kicks (16.604) e Honda HR-V (15.646), considerando os modelos compactos.

Na versão topo de linha Limited (R$ 105.990), o Renegade vem com um pacote recheado de equipamentos que inclui faróis com luzes diurnas de LED, rodas de liga-leve de aro 19, multimídia com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas, mostrador digital colorido e configurável no cluster , entre outros itens.

Com bancos de couro, material que também reveste o volante, o interior do SUV compacto da Jeep agrada. Claro que você vai ter que se acostumar com o volante com 18 botões, considerando os que ficam escondidos na parte de dentro do aro. Mas é só. De resto, temos pontos positivos com o o bom ângulo de visão dos retrovisores, além de porta-objetos que realmente funcionam e som de boa qualidade entre os principais destaques.

Acelerando o Jeep Renegade Limited


Painel do Jeep Renegade
Divulgação

Interior do Jeep Renegade Limited é caprichado e tem até mostrador no cluster colorido e configurável

O que desanima no Renegade Limited é a falta de fôlego do motor 1.8, que deve continuar sendo usado pela FCA, mas nessa versão topo de linha do SUV compacto deve dar lugar ao novo 1.3 FireFly turbinado em breve, provavelmente, até o início do segundo semestre. Por enquanto, se precisar de mais agilidade, uma saída é usar as hastes atrás do volante para subir o giro do preguiçoso 1.8.

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Nas primeiras marcações do contagiros o carro não responde com rapidez nas ultrapassagens. É preciso reduzir marcha e manter o ponteiro entre 3.750 rpm e um pouco acima dos 5.000rpm se quiser alguma rapidez. Caso contrário, deixando o câmbio automático de seis marchas assumir o controle é preciso paciência, uma vez que a ordem é manter o motor em baixa rotação para economizar combustível.

Afora a certa apatia do motor 1.8 e do câmbio pacato, mesmo com centro de gravidade relativamente alto, o Renegade tem estabilidade surpreeedente, com um acerto de suspensão exemplar. Consegue absorver bem as irregularidade do piso e manter o carro firme nas curvas, ajudado pelos pneus 235/45R e controles eletrônicos de estabilidade e tração.


Jeep Renegade Limited
Carlos Guimarães/iG

Versão mais equipada do Jeep Renegade tem itens exclusivos, mas faltou lanterna de LED na traseira, como acontece no modelo europeu

A direção com assistência elétrica também é outro item bem ajustado no carro, assim como os freios, que são a disco nas quatro rodas e bem equalizados, o que evita sustos, mesmo pisando com mais força no pedal. Ponto também para o isolamento acústico, bem como para os ângulos de entrada (27°) e saída (31°) e a distância livre do solo (21,1 cm). Isso tudo facilita passar por buracos, lombadas, valetas e outros tipos de obstáculos pelo caminho.

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Ainda em função do motor 1.8, que deve ser substituído pelo 1.3 turbo (que rende cerca de 150 cv) pelo menos nas versões mais equipadas do Renegade, o consumo não é dos mais animadores. Conforme o Inmetro, o carro faz 6,4 km/l de etanol na cidade e 8 km/h na estrada, números que passam para 9,4 km/l e 11,6 km/l, respectivamente, como gasolina. 


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Mesmo com mudanças no estepe para aumentar o volume do porta-malas, o espaço ainda continua com apertados 320 litros, tamanho compatível com o de hatches médios e até aguns compactos. Entretanto, isso não  assustou muitos compradores de SUVs, já que o Reegade se mantém na liderança de vendas hoje em dia.

Conclusão

Na versão Limited, o Jeep Renegade logo deverá ganhar novo motor 1.3 turbo, o que vai resolver a questão de falta de fôlego e do consumo do SUV, o “Calcanhar de Aquiles” do carro. Portanto, pelo menos por enquanto, levando em conta o preço, o rival Creta Prestige (R$ 104.990) custa quase o mesmo e ainda vale mais a pena.

Ficha técnica

Preço:  a partir de R$ 105.990

 Motor: 1.8, quatro cilindros, flex

Potência : 139 cv (E)/135 cv (G) a 5.750 rpm

Torque: 19,3 kgfm (E) / 18,7 (G) a  3.750 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira e traseira) 

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 235/45 R19 

Dimensões: 4,24 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,73 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque : 60 litros

Porta-malas: 320 litros 

 Consumo: 9,4 km/l (cidade) /11,6 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 11,8 segundos 

Vel. Max: 178 km/h 

Fonte: IG Carros
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Nova Honda Gold Wing chega às lojas com preços e equipamentos de SUV médio

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Honda Gold Wing
Divulgação

Honda Gold Wing 2019: Lista de equipamentos que chega a se assemelhar com a de vários carros

A nova Honda Gold Wing acaba de chegar ao Brasil. Já nas concessionárias, a moto é oferecida com três anos de garantia por R$ 136.550 na versão normal Bagger — na cor cinza fosco — e R$ 156.550 na versão Tour, na cor vermelha. Entre as novidades, está um novo chassi, motor, ciclística e design renovado. Com isso, deverá melhorar o desempenho e reduzir o consumo de combustível.

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A Honda Gold Wing é equipada com motor 1.8 boxer, cabeçote Unicam de quatro válvulas, que produz 126 cv e 17,34 kgfm. O movimento é transmitido por meio do câmbio de dupla embreagem DCT, com 7 marchas. Vale lembrar que é possível mudar o comportamento do motor com um seletor de modo de condução com quatro opções: Tour, Sport, Econ e Rain, com a alternativa de trocar as marchas manualmente, com comandos no manete esquerdo.

Entre os equipamentos, a GL 1800 Gold Wing da nova geração é equipada com acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de partida em rampas e sistema Start-Stop. Além disso, traz faróis full-LED, novo assento, freios combinados e central multimídia de 7 polegadas com conectividade Apple CarPlay.

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Outro recurso bastante interessante são as 26 posições de ajuste (eletrônico) na pré-carga da mola. Com eles, é possível intervir na regulagem da pré-carga da mola do amortecedor traseiro em função do que se vai levar. Ou seja, há quatro as opções de ajuste: piloto, piloto+bagagem, piloto+passageiro e piloto+passageiro+bagagem. Item de série na versão topo de linha. Ou seja, é a motocicleta mais “carro” que se pode comprar.

Segundo Alfredo Guedes Jr., engenheiro da Honda, com a evolução da Gold Wing, o consumidor terá “melhor desempenho, menor consumo de combustível e mais prazer para percorrer grandes distâncias. Além disso, a Gold Wing é a primeira moto a ter conectividade com Apple CarPlay”.

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Rival americana


Harley-Davidson CVO
Guilherme Marazzi

A pintura com acabamento feito à mão e os cromados “cromadíssimos” dão vida ao visual da Harley-Davidson CVO Limited

Apesar da tradição da Honda, há os saudosistas que possam preferir a Harley-Davidson CVO , que parte de R$ 155.900 na versão Street Glide e chega a R$ 172.900 na versão Limited. Criada pela subdivisão especial da H-D, a marca pegou a sua motocicleta “normal” mais luxuosa, a Ultra Limited, e a submeteu a uma radical customização de fábrica, equipando-a, inclusive, com alguns componentes produzidos artesanalmente.

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Harley-Davidson
Divulgação

Interior da CVO Limited segue a linha da Honda Gold Wing, com uma série de equipamentos

A CVO é equipada com o motor Milwaukee-Eight de 117 polegadas cúbicas (1.923 cc), que produz 17 kgfm de torque, mas não possui potência declarada pela fabricante. Entre os equipamentos da rival da Honda Gold Wing , destacam-se central multimídia com navegador com GPS, conexão Bluetooth com o celular, comando por voz e até monitoramento da pressão dos pneus em tempo real. Além disso, a marca diz que é possível ouvir o seu poderoso sistema de som, mesmo acima dos 120 km/h.

Fonte: IG Carros
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