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Falta de discrição é estímulo das desavenças entre Zezé Di Camargo e Zilu

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Após sete anos divorciados, as rusgas mal resolvidas na relação entre Zezé Di Camargo e Zilu Godói continuam movimentando as redes sociais. Entre uma declaração ali e outra acolá, os ex-cônjuges acumulam alfinetadas, troca de farpas e desavenças nos meios de comunicação.

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Brigas entre Zezé Di Camargo e Zilu tem destaque no Bastidores
Divulgação

Brigas entre Zezé Di Camargo e Zilu tem destaque no Bastidores

Recentemente, nas redes sociais, uma fã alegou que sempre que a história de Zezé Di Camargo é abordada na mídia, é para difamá-lo. Em resposta à fã, o cantor demonstrou insatisfação com o vai-e-vém que parece não ter fim: “Já tem dez anos isso e eles repetem a mesma história. É triste, viu”.

Apesar de demonstrar insatisfação com a “lavação de roupa suja pública”, esta não é a primeira vez que o ex-casal polemiza ao tentar ajustar alguns pontos.

Em novembro de 2018, segundo noticiado pelo “Fofocalizando”, a pensão de Zilu  estava atrasada e, por isso, as contas de Zezé foram bloqueadas, porém, em entrevista ao programa do SBT , a filha do casal, Wanessa, explicou que a pensão estava atrasada porque a família precisou cortar gastos para que a fortuna durasse a vida toda.

Também em 2018, quando “Dois Filhos de Francisco” – filme que conta a história da dupla sertaneja que Zezé participa – foi reprisado na “Sessão da Tarde”, da Rede Globo , a polêmica entre o ex-casal voltou a ser o foco da mídia nacional.

À época, os internautas apontaram que Zezé era tolo de trocar um relacionamento de 30 anos por Graciele Lacerda. Sem filtro ele disse: “Não é questão de trocar. É de sentimento”. Além disso ele fez questão de ressaltar que  quem está usufruindo de toda a sua riqueza é a mãe de seus filhos, não Graciele. [continua no último parágrafo].

  • Orgulho LGBT no streaming
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Bandeira do orgulho LGBT
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Bandeira do orgulho LGBT

Nesta sexta (17) celebra-se o dia internacional contra a homofobia e o Telecine, canal de TV por assinatura, resolveu surfar nesse hype usando seu leque de produções LGBT’s disponíveis em sua plataforma de streaming.

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Para comemorar a data, o canal separou longas como “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, trama que mostra dois jovens (um deles cego) se apaixonando e descobrindo sua sexualidade nos tempos escolares; “Com Amor, Simon”, que mostra retrata os temores de um adolescente ao entender plenamente sua sexualidade; “As Vantagens de Ser Invisível”, que mostra como a sexualidade pode afetar os demais relacionamentos humanos; e “Esteros 1998”, que traz a mesma premissa de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”.

  • O samba não morreu!

Aos 85 anos, sambista lança novo álbum
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Aos 85 anos, sambista lança novo álbum

Nesta quinta-feira (16) Monarco, discípulo de Paulo Portela, realiza uma performance para lançar seu mais novo disco de estúdio, que foi batizado de “Monarco de Todos os Tempos”. Ao lado de nomes como Criolo e Ricardo Rabelo, ele apresenta suas novas composições e aproveita para interpretar grandes nomes do samba, como Cartola e Nelson Cavaquinho.

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Aos 85 anos de idade, Monarco é um dos poucos sambistas da velha guarda na ativa. A performance do artista está prevista para acontecer no Teatro Bradesco, em São Paulo, às 21h00. Os valores podem oscilar.

  • Expo de Terror terá visita do Diabo

Crowley em
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Crowley em “Supernatural”

A Horror Expo, marcada para acontecer entre os dias 18 a 20 de outubro, no Center Norte, em São Paulo, têm a intenção de popularizar as produções de terror no País. Dentre as atrações, a organização reservou a presença do do próprio rei do inferno, Crowley, que na série ficcional “Supernatural” é interpretado por Mark Sheppard.

Em visita aos fãs brasileiros, Sheppard estará presente em todos os dias do evento, e realizará no sábado, dia 19, um painel especial sobre sua carreira, abrindo para perguntas e respostas do público. Durante todo o evento participará de sessões de autógrafos e fotos.

  • Zezé Di Camargo, Zilu e o futuro do ex-casal

Brigas entre Zezé Di Camargo e Zilu tem destaque no Bastidores
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Brigas entre Zezé Di Camargo e Zilu tem destaque no Bastidores

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Apesar de não gostar de ter sua imagem associada ao fator “ polêmica ”, sem querer ou propositalmente as duas figuras públicas afundam nele ao tentarem resolver seus problemas pessoais em locais públicos. Se é uma estratégia de marketing para não tirar a família de Zezé Di Camargo dos holofotes, a assessoria de comunicação está fazendo isso com maestria. Se não for o caso, um pouco de discrição talvez resolva a questão. 

Fonte: IG Gente
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Xuxa pede desculpas e se reaproxima de Anitta: “Estamos na boa”

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Xuxa Meneghel e Anitta finalmente voltaram a ser amigas. Após dois anos afastadas, as famosas resolveram as diferenças e estão se falando com frequência desde março, quando a cantora completou 26 anos. “Mandei os parabéns e ela me retornou muito fofa, falando coisas legais, dizendo que a mensagem que eu tinha mandado caiu bem”, revelou a loira em conversa com Leo Dias.

E continuou: “Voltamos a falar. Sobre veganismo e vários assuntos. Entendi muitas reações dela comigo. É uma coisa muito dela. Estamos na boa já. Os fãs perceberam que estamos nos seguindo e curtindo postagens”.

As duas, para quem não se lembra, haviam se virado uma para outra em 2017. Na época, Anitta participou de um quadro do programa da veterana na Record e se recusou a responder perguntas de cunho sexual. A situação causou um grande desconforto ao vivo.

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De mãos dadas com a tradição, jovens ajudam a perpetuar siriri

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Pelas comunidades Capital afora, grupos estendem arte e cultura a ação social e a realização de eventos ajudam atrair novos públicos

De mãos dadas ou para cima, olhos fechados e coração aberto, dezenas de dançarinos de siriri se concentram para pedir as bênçãos de São Benedito, Nossa Senhora Aparecida e São Gonçalo. A prece, feita atrás do palco, antecede a entrada dos grupos de dança que se apresentaram no 13º Festival de Siriri, no sábado (18) e domingo (19). Para além da fé e das coreografias impecáveis, uma característica comum se repetia em todos os grupos: a participação maciça dos jovens.

Sob o ritmo do mocho e do ganzá, eles levaram ao palco a certeza da continuidade da tradição, nascida da mistura de brincadeiras indígenas, com batida expressão hispano-lusitana. Resiliente, a expressão sobrevive aos séculos e ao impacto cultural causado pela intensa migração experimentada por Cuiabá, e deixando os quintais dos bairros para arrancar aplausos mundo afora.

Esta perspectiva ajuda a justificar a adesão dos mais novos à dança e estende o alcance da arte ao patamar social. “Estamos em um bairro carente onde não tinha atração, então ali se tornou um ponto de encontro para os jovens, que vinham passear dançar, e acabavam trazendo um amigo, um parente e vai juntando todo mundo em uma grande família”, conta a psicóloga Cristina de França, coordenadora do grupo Flor do Atalaia.

Dentro de cada grupo as habilidades de cada um afloram e contribuem com a construção de passos, melodias, figurinos e maquiagem, por exemplo. Sendo assim, o laço natural que participantes mais ou menos jovens mantém com a manifestação típica das festas de santo dos bailes, se estreita diante do vislumbre de novas vivências, do contato com instrumentos musicais e da descoberta de talentos.

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Neste contexto, a retomada do festival pelo prefeito Emanuel Pinheiro assume papel de destaque. É o que explica o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo. “A partir do momento em que se organiza um evento no qual eles são os protagonistas, cria-se no íntimo de cada criança e adolescente a sensação de pertencimento a esta cultura. É uma manifestação riquíssima e que precisa de visibilidade, e é isso estamos fazendo.”

Aos 53 anos, o coordenador do grupo Flor Serrana, Almindo Reis de Oliveira, atribui à sua geração a responsabilidade de manter viva a tradição. Enquanto recobra o fôlego após a apresentação de pouco mais de 20 minutos, ele conta que o gosto pela dança surgiu quando ainda era criança e, por incentivo dos pais, levado a frente. Hoje Nézinho, como é mais conhecido, faz bonito entre participantes de 17, 15 e 12 anos, as idades dos mais jovens integrantes.

“Eu vejo aqui a continuidade de uma cultura única, que não pode morrer. As pessoas daminha faixa etária é que tem a responsabilidade de levar isso a diante. Hoje o nosso dançarino mais novo tem 12 anos, mas temos seguidores com crianças de três aninhos, já balançando a saia quando a música toca. Está no sangue. Isso é gratificante porque significa que o siriri não vai parar por aqui.”

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Não se depender do dançarino Joelder Duarte, 21. “Minha família sempre participou das festas de santo, então eu tenho essa ligação. Na nossa região os moradores se reúnem no domingo e como não tem som eletrônico, o siriri agita a festa e todo mundo acaba dançando e brincando. Embora ainda tenham pessoas que achem que é coisa de velho, eu discordo totalmente. São 20 minutos de muita correria, euforia. O coração bate a cem mil por hora e isso acaba sendo o maior estímulo.”

Do lado da plateia, em frente ao telão, o discurso é endossado pelo auxiliar de serralheiro Douglas Morais, 28. “Sou cuiabano já participei de vários outros festivais, dançava também. Vejo que antigamente parece que o pessoal tinha vergonha de falar que participava. Agora eu acho que está expandindo e as pessoas mais novas estão se interessando.”

O 13º Festival também contou com exposição fotográfica temática, feira de artesanato e praça de alimentação.

Além do Flor Serrana e Flor do Atalaia, no sábado se apresentaram também São Gonçalo Beiro Rio e Coração Tradição Franciscano. No domingo, competiram os grupos Voa Tuiuiú, Tradição Coxiponé, Flor do Campo e Raízes Cuiabanas. A entrada nos três dias de festival foi gratuita.

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