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Internacional

Ex-ministra da Economia lidera primeiro turno das eleições na Lituânia

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 A ex-ministra das Finanças da Lituânia e deputada Ingrida Simonyte, que venceu a primeira rodada das eleições presidenciais, apresentou os resultados finais na segunda-feira (13).

Simonyte, apoiada pelo principal partido de oposição do país, a União Nacional-Democratas Cristãos, obteve 31,13% dos votos em uma estreita luta com o economista Gitanas Nauseda, disse a Comissão Eleitoral Central do país depois de contar os votos de todas as 1.972 seções eleitorais.

Nauseda, candidato independente, recebeu apoio de 30,95% dos votos. A diferença entre os candidatos em números absolutos foi 2.647 votos.

Como nenhum dos candidatos recebeu mais de 50% dos votos, o segundo turno das eleições presidenciais será realizado em 26 de maio, juntamente com a eleição do país para o Parlamento Europeu.

“Obrigado a todos pelos seus votos. Duas semanas de trabalho árduo estão pela frente”, disse Simonyte aos repórteres em sua sede eleitoral.

O atual primeiro-ministro da Lituânia, Saulius Skvernelis, apoiado pela União dos Agricultores e Verdes da Lituânia, não chegou ao segundo turno e ficou em terceiro, com 19,72% dos votos.

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Depois de admitir sua derrota, Skvernelis reiterou sua renúncia ao cargo de primeiro-ministro.

“Já tomei a minha decisão e não quero falar de outras opções. A decisão é renunciar no dia 12 de julho”, disse Skvernelis aos repórteres na segunda-feira de manhã.

Mais de 56% dos eleitores registrados participaram da eleição presidencial.

A presidente em exercício, Dalia Grybauskaite, deve deixar o cargo depois de completar seu segundo mandato em julho.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC
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Bolsonaro recebe prêmio nos EUA e diz que ser presidente foi "milagre"

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O presidente Jair Bolsonaro recebeu hoje (16), em Dallas, no Texas, o prêmio de Personalidade do Ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. O evento foi realizado durante almoço oferecido pelo World Affairs Council (Conselho de Assuntos Mundiais, em tradução livre) de Dallas/Fort Worth, e contou com a participação de dezenas de empresários, além de ministros do governo brasileiro.  

No discurso improvisado de cerca de 13 minutos, o presidente brasileiro ressaltou a aproximação de seu governo com os Estados Unidos, criticou setores de esquerda e governos anteriores e reafirmou que sua eleição foi resultado de um “milagre”.

“Realmente aconteceu o que eu chamo de milagre, no Brasil. Ou melhor, dois milagres. Um, eu agradeço a Deus pela minha sobrevivência. E o outro, pelas mãos de grande parte dos brasileiros, alguns morando aqui nos Estados Unidos, me deram a missão de estar à frente desse grande país, que tem tudo para ocupar um local de destaque no mundo, mas que, infelizmente, por políticas nefastas de gente que tinha ambição pessoal acima de tudo, não nos deixaram ascender”, afirmou.

Bolsonaro disse que, no começo, até dentro de casa havia dúvidas sobre sua ambição que, segundo ele, nunca foi pessoal. “Com verdade, comecei andando sozinho por todo o Brasil. Às vezes, gente da própria casa achava que tinha algo errado comigo, tendo em vista o que eu almejava. Mas não almejava por mim, sabia dos problemas”.

O presidente comparou a situação do Brasil com a de Israel e se colocou com um “ponto de inflexão” para que o país alcance um melhor patamar de desenvolvimento: “Eu sempre dizia nas minhas andanças: olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Agora olhe o que o Brasil tem e o que nós não somos. Onde está o erro? Onde está o ponto de inflexão? E eu me apresentei para ser esse ponto de inflexão”, disse.

O presidente Jair Bolsonaro recebe o prêmio Personalidade do Ano concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, durante almoço oferecido pelo World Affairs Council de Dallas-Fort Worth, em Dallas (EUA).

Presidente Jair Bolsonaro recebe o prêmio Personalidade do Ano concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, durante almoço oferecido pelo World Affairs Council de Dallas-Fort Worth, em Dallas (EUA) – Isac Nóbrega/PR

Relação com EUA

Dirigindo-se a uma plateia formada basicamente por empresários, Bolsonaro criticou a política de governos anteriores em relação aos Estados Unidos e prometeu maior aproximação: “No Brasil, a política, até há pouco, era de antagonismo a países como os Estados Unidos. Os senhores eram tratados como inimigos nossos. (…) O Brasil de hoje é amigo dos EUA, respeita os EUA, quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado”. O presidente disse estar convicto de que a união e a confiança entre os dois países podem levar à ampliação do comércio e à assinatura de acordos entre os dois governos.

Venezuela e Argentina

Jair Bolsonaro voltou a citar a crise na Venezuela, opinou sobre as eleições na Argentina e criticou líderes e partidos de esquerda latino-americanos. “Falou-se há pouco aqui da nossa querida Venezuela. Pobre povo venezuelano está fungindo da violência, da fome e da miséria. Mas não se esqueçam da nossa Argentina, [que] está indo para um caminho bastante complicado, com problemas estruturais em seu país. O meu amigo Macri enfrenta dificuldades e vê crescer a possibilidade de uma presidente última voltar ao poder – essa que era amiga do PT no Brasil, de Chávez, de Maduro, dentre outros, além de Fidel Castro”, afirmou Bolsonaro.

Ele ainda acrescentou que pretende visitar em breve a Argentina, mas negou intromissão em questões internas do país vizinho. “Vamos colaborar no que for possível com aquele país, sem nos imiscuirmos nas questões internas, mas sabedores de que se tivermos uma outra Venezuela no Cone Sul da América do Sul, os problemas são enormes para nós e, com toda certeza, para os senhores”.

Contingenciamento

Ao citar as manifestações de ontem no Brasil contra o bloqueio orçamentário em universidades públicas, Bolsonaro disse que o Brasil tem um “enorme potencial humano”, mas que a imprensa, as escolas e as faculdades sofrem interferência da esquerda.

“Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não apenas a imprensa, mas em grande parte as universidades e escolas do ensino médio e fundamental”, disse. Em outro ponto do discurso, o presidente voltou a citar a mídia, que, segundo ele, não é isenta no Brasil. “Se vocês fossem isentos, já seria um grande sinalizador de que o Brasil poderia sim romper obstáculos e ocupar um local de destaque no mundo”.

O presidente Jair Bolsonaro recebe o prêmio Personalidade do Ano concedido pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, durante almoço oferecido pelo World Affairs Council de Dallas-Fort Worth, em Dallas (EUA).

O presidente Jair Bolsonaro na terça-feira aos Estados Unidos para receber a homenagem – Marcos Corrêa/PR

Nova York

Anteriormente, a homenagem ao presidente seria entregue em evento em Nova York, mas o governo brasileiro cancelou a agenda na cidade após críticas do prefeito nova iorquino, Bill de Blasio. Ao mencionar o assunto em seu discurso em Dallas, Bolsonaro disse lametar o episódio e que respeita todo o povo norte-americano.

“Eu lamento muito o ocorrido nos últimos dias, de não poder comparecer em outra cidade. Não posso ir na casa de uma pessoa onde alguém de sua família não me quer bem. Mas o meu amor, meu respeito e minha consideração por todos os Estados Unidos, inclusive os nova-iorquinos, continuarão da mesma forma”.  

O presidente embarcou na noite de terça-feira (14) para uma viagem de dois dias ao Texas. Ontem (15), Bolsonaro se reuniu com o ex-presidente norte-americano George W. Bush e com o senador texano Ted Cruz e visitou o museu The Sixth Floor que apresenta a narrativa do assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em Dallas, no ano de 1963. Na manhã de hoje, teve encontros com empresários.

A comitiva presidencial estará de volta ao Brasil na manhã desta sexta-feira (17).

 

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC
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Internacional

Uruguai participará de missão política na Venezuela nos próximos dias

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O ministro das Relações Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, disse que o país participará de uma missão à Venezuela para encontrar soluções para a crise humanitária. O chanceler uruguaio disse que o país “está trabalhando intensamente na busca de entendimentos” e que a missão pode resultar em “novidades” nos próximos dias.

O vice-ministro, Ariel Bergamino, será o representante uruguaio do Grupo Internacional de Contato (GIC), que levará uma proposta à Venezuela. O grupo, do qual fazem parte oito países da União Europeia (França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Portugal, Espanha, Suécia e Reino Unido) e mais três países da América Latina (Uruguai, Equador e Costa Rica), se reuniu no início do mês de maio e emitiu uma declaração, na qual afirmava apoiar uma missão política ao país, com objetivo de apresentar e discutir opções concretas para uma solução pacífica e democrática.

Comércio exterior

Durante um evento de comemoração do aniversário de 190 anos da diplomacia uruguaia, o chanceler disse que o país tem levado adiante uma política exterior de consenso e “diálogo com todos os atores”. Em seu pronunciamento, destacou os esforços da diplomacia para inserir o Uruguai no mundo com negociações comerciais com 35 países.

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O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, esteve presente no evento em que Novoa disse que muitos países veem o Uruguai como uma nação “pacífica e democrática, firme na defesa dos direitos humanos, protetora da soberania das nações e do princípio de autodeterminação dos povos e que contraria a ingerência estrangeira nos assuntos internos dos países, sendo propenso sempre aos acordos e entendimentos como via idônea da resolução pacífica das controvérsias nacionais e internacionais”.

Novoa disse que 2019 é ano eleitoral no Uruguai e, mesmo assim, nenhum candidato presidencial se mostrou disposto a mudar o rumo da diplomacia em matéria comercial. “Isso nos enche de orgulho, porque tentamos levar adiante uma política de consenso. Ao mesmo tempo, temos grande satisfação de que o próximo governo chegará a tempo para colher o fruto do trabalho realizado esses anos”, disse.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC
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