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Escritora brasileira é acusada de plagiar obras de Nora Roberts

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A escritora americana Nora Roberts, famosa por publicar livros românticos, entrou com um processo por violação de direitos autorais contra a brasileira Cristiane Serruya, acusando-a de plagiar suas obras de maneira “escandalosa”.

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Nora Roberts
Reprodução/Instagram

Nora Roberts acusou brasileira de plágio


Na ação,  Nora Roberts está pedindo danos em três mil vezes o valor do maior preço de venda dela. Se ganhar, disse que doaria a quantia para um programa de alfabetização no Brasil. “Se alguém plagiar, eu vou atrás dessa pessoa” disse Nora à agência de notícias “Associated Press”. “Se pegar meu trabalho, pagará por ele e eu farei o meu melhor para que não escreva novamente”, disse sobre a brasileira .

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A autora brasileira Cristiane Serruya se envolveu em uma polêmica literária global . Autora de livros em língua inglesa, a carioca está sendo acusada por vários autores internacionais de plágio.

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Nora Roberts chamou os livros que Cristiane vende em sites de auto-publicação de “uma colcha de retalhos literária” que retrata emoções “praticamente idênticas” àquelas expressas em seus livros. “Ela é uma sanguessuga que se alimenta da profissão de escritora”, desabafou.

Cristiane é acusada de plagiar partes das obras “Unfinished Business”, “River Ends” e “Whiskey Beach”, além de dezenas de trechos de outros autores. Ela até inspirou posts com a hashtag #CopyPasteCris (#CrisCopiaeCola, em tradução livre) no Twitter, gerando diversas denúncias.

O site da Amazon, que disponibiliza obras da brasileira, moradora do Rio de Janeiro, foi criticado por não verificar trabalhos que copiam outros livros. Em nota, a empresa afirmou que leva “violações de leis e direitos de propriedade muito a sério”, informou a “AP”.

“Usamos uma combinação de equipes de pesquisadores e tecnologia automatizada para prevenir e capturar a grande maioria dos agentes mal-intencionados que tentam violar nossas políticas antes de publicá-las”, diz trecho do comunicado.

“Nos raros casos em que alguém passa, investigamos e removemos os livros que violam as regras. Além disso, todas as páginas de produtos Kindle contêm um link para que qualquer um possa sinalizar títulos suspeitos e a equipe investiga todos os títulos sinalizados”.

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Nora e Cristiane chegaram a trocar e-mails em fevereiro, quando as acusações contra a brasileira repercutiram bastante nas redes sociais. A acusada tinha dito que “nunca iria intencionalmente plagiar ninguém”, enquanto jogou a culpa em outros profissionais.

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“Eu cometi um erro”, admitiu a escritoa brasileira , acrescentando que teria sido “enganada por alguns mentores e coachers” que cobravam por resultados.

Fonte: IG Gente
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Xuxa pede desculpas e se reaproxima de Anitta: “Estamos na boa”

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Xuxa Meneghel e Anitta finalmente voltaram a ser amigas. Após dois anos afastadas, as famosas resolveram as diferenças e estão se falando com frequência desde março, quando a cantora completou 26 anos. “Mandei os parabéns e ela me retornou muito fofa, falando coisas legais, dizendo que a mensagem que eu tinha mandado caiu bem”, revelou a loira em conversa com Leo Dias.

E continuou: “Voltamos a falar. Sobre veganismo e vários assuntos. Entendi muitas reações dela comigo. É uma coisa muito dela. Estamos na boa já. Os fãs perceberam que estamos nos seguindo e curtindo postagens”.

As duas, para quem não se lembra, haviam se virado uma para outra em 2017. Na época, Anitta participou de um quadro do programa da veterana na Record e se recusou a responder perguntas de cunho sexual. A situação causou um grande desconforto ao vivo.

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De mãos dadas com a tradição, jovens ajudam a perpetuar siriri

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Pelas comunidades Capital afora, grupos estendem arte e cultura a ação social e a realização de eventos ajudam atrair novos públicos

De mãos dadas ou para cima, olhos fechados e coração aberto, dezenas de dançarinos de siriri se concentram para pedir as bênçãos de São Benedito, Nossa Senhora Aparecida e São Gonçalo. A prece, feita atrás do palco, antecede a entrada dos grupos de dança que se apresentaram no 13º Festival de Siriri, no sábado (18) e domingo (19). Para além da fé e das coreografias impecáveis, uma característica comum se repetia em todos os grupos: a participação maciça dos jovens.

Sob o ritmo do mocho e do ganzá, eles levaram ao palco a certeza da continuidade da tradição, nascida da mistura de brincadeiras indígenas, com batida expressão hispano-lusitana. Resiliente, a expressão sobrevive aos séculos e ao impacto cultural causado pela intensa migração experimentada por Cuiabá, e deixando os quintais dos bairros para arrancar aplausos mundo afora.

Esta perspectiva ajuda a justificar a adesão dos mais novos à dança e estende o alcance da arte ao patamar social. “Estamos em um bairro carente onde não tinha atração, então ali se tornou um ponto de encontro para os jovens, que vinham passear dançar, e acabavam trazendo um amigo, um parente e vai juntando todo mundo em uma grande família”, conta a psicóloga Cristina de França, coordenadora do grupo Flor do Atalaia.

Dentro de cada grupo as habilidades de cada um afloram e contribuem com a construção de passos, melodias, figurinos e maquiagem, por exemplo. Sendo assim, o laço natural que participantes mais ou menos jovens mantém com a manifestação típica das festas de santo dos bailes, se estreita diante do vislumbre de novas vivências, do contato com instrumentos musicais e da descoberta de talentos.

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Neste contexto, a retomada do festival pelo prefeito Emanuel Pinheiro assume papel de destaque. É o que explica o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo. “A partir do momento em que se organiza um evento no qual eles são os protagonistas, cria-se no íntimo de cada criança e adolescente a sensação de pertencimento a esta cultura. É uma manifestação riquíssima e que precisa de visibilidade, e é isso estamos fazendo.”

Aos 53 anos, o coordenador do grupo Flor Serrana, Almindo Reis de Oliveira, atribui à sua geração a responsabilidade de manter viva a tradição. Enquanto recobra o fôlego após a apresentação de pouco mais de 20 minutos, ele conta que o gosto pela dança surgiu quando ainda era criança e, por incentivo dos pais, levado a frente. Hoje Nézinho, como é mais conhecido, faz bonito entre participantes de 17, 15 e 12 anos, as idades dos mais jovens integrantes.

“Eu vejo aqui a continuidade de uma cultura única, que não pode morrer. As pessoas daminha faixa etária é que tem a responsabilidade de levar isso a diante. Hoje o nosso dançarino mais novo tem 12 anos, mas temos seguidores com crianças de três aninhos, já balançando a saia quando a música toca. Está no sangue. Isso é gratificante porque significa que o siriri não vai parar por aqui.”

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Não se depender do dançarino Joelder Duarte, 21. “Minha família sempre participou das festas de santo, então eu tenho essa ligação. Na nossa região os moradores se reúnem no domingo e como não tem som eletrônico, o siriri agita a festa e todo mundo acaba dançando e brincando. Embora ainda tenham pessoas que achem que é coisa de velho, eu discordo totalmente. São 20 minutos de muita correria, euforia. O coração bate a cem mil por hora e isso acaba sendo o maior estímulo.”

Do lado da plateia, em frente ao telão, o discurso é endossado pelo auxiliar de serralheiro Douglas Morais, 28. “Sou cuiabano já participei de vários outros festivais, dançava também. Vejo que antigamente parece que o pessoal tinha vergonha de falar que participava. Agora eu acho que está expandindo e as pessoas mais novas estão se interessando.”

O 13º Festival também contou com exposição fotográfica temática, feira de artesanato e praça de alimentação.

Além do Flor Serrana e Flor do Atalaia, no sábado se apresentaram também São Gonçalo Beiro Rio e Coração Tradição Franciscano. No domingo, competiram os grupos Voa Tuiuiú, Tradição Coxiponé, Flor do Campo e Raízes Cuiabanas. A entrada nos três dias de festival foi gratuita.

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