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Entenda porque “Vingadores: Ultimato” não tem cena pós-créditos

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Uma tradição da Marvel foi quebrada em seu 22º filme, “Vingadores: Ultimato”, que chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira (25). Muitos fãs já estão reclamando na internet e tentando entender por que não há cena pós-créditos no longa.

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cena de Vingadores: Ultimato
Divulgação

Cena de Vingadores: Ultimato, que estreia nesta quinta-feira (25) nos cinemas brasileiros

Além do recorde de metragem – são três horas e cinquenta oito segundos de duração -, “Vingadores: Ultimato” é mesmo o fim de um ciclo. Ainda que  oficialmente a fase três do MCU (Universo Cinematográfico Marvel ) só acabe após “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, este filme observa o encerramento de diveros ciclos, histórias e abre margem para o surgimento e elaboração de tantas outras.

Com a compra da FOX pela Disney, e a adição de outros personagens da editora Marvel ao portfólio do Marvel Studios, o planejamento para a fase 4 ganhou nova forma. Kevin Feige, principal produtor e CEO do estúdio, já anunciou que as séries para o Disney + vão integrar essa Fase 4. 

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Atriz Angelina Jolie
Andres Kudacki

Angelina Jolie vai integrar nova fase da Marvel no cinema

A tendência é que novos personagens sejam explorados. O estúdio já começou a escalar o elenco para “Inumanos”, uma expansão de seu universo cinematográfico e ninguém menos que Angelina Jolie foi o primeiro nome confirmado. 

O anúncio formal da nova fase, com todos os projetos, só sera feito depois da estreia do novo “Homem-Aranha” em julho. Até lá a ideia é manter todos na epectativa e deixar que os eventos de “Vingadores: Ultimato” ressoem mais dramáticos e definitivos. 

Fonte: IG Gente
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De mãos dadas com a tradição, jovens ajudam a perpetuar siriri

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Pelas comunidades Capital afora, grupos estendem arte e cultura a ação social e a realização de eventos ajudam atrair novos públicos

De mãos dadas ou para cima, olhos fechados e coração aberto, dezenas de dançarinos de siriri se concentram para pedir as bênçãos de São Benedito, Nossa Senhora Aparecida e São Gonçalo. A prece, feita atrás do palco, antecede a entrada dos grupos de dança que se apresentaram no 13º Festival de Siriri, no sábado (18) e domingo (19). Para além da fé e das coreografias impecáveis, uma característica comum se repetia em todos os grupos: a participação maciça dos jovens.

Sob o ritmo do mocho e do ganzá, eles levaram ao palco a certeza da continuidade da tradição, nascida da mistura de brincadeiras indígenas, com batida expressão hispano-lusitana. Resiliente, a expressão sobrevive aos séculos e ao impacto cultural causado pela intensa migração experimentada por Cuiabá, e deixando os quintais dos bairros para arrancar aplausos mundo afora.

Esta perspectiva ajuda a justificar a adesão dos mais novos à dança e estende o alcance da arte ao patamar social. “Estamos em um bairro carente onde não tinha atração, então ali se tornou um ponto de encontro para os jovens, que vinham passear dançar, e acabavam trazendo um amigo, um parente e vai juntando todo mundo em uma grande família”, conta a psicóloga Cristina de França, coordenadora do grupo Flor do Atalaia.

Dentro de cada grupo as habilidades de cada um afloram e contribuem com a construção de passos, melodias, figurinos e maquiagem, por exemplo. Sendo assim, o laço natural que participantes mais ou menos jovens mantém com a manifestação típica das festas de santo dos bailes, se estreita diante do vislumbre de novas vivências, do contato com instrumentos musicais e da descoberta de talentos.

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Neste contexto, a retomada do festival pelo prefeito Emanuel Pinheiro assume papel de destaque. É o que explica o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo. “A partir do momento em que se organiza um evento no qual eles são os protagonistas, cria-se no íntimo de cada criança e adolescente a sensação de pertencimento a esta cultura. É uma manifestação riquíssima e que precisa de visibilidade, e é isso estamos fazendo.”

Aos 53 anos, o coordenador do grupo Flor Serrana, Almindo Reis de Oliveira, atribui à sua geração a responsabilidade de manter viva a tradição. Enquanto recobra o fôlego após a apresentação de pouco mais de 20 minutos, ele conta que o gosto pela dança surgiu quando ainda era criança e, por incentivo dos pais, levado a frente. Hoje Nézinho, como é mais conhecido, faz bonito entre participantes de 17, 15 e 12 anos, as idades dos mais jovens integrantes.

“Eu vejo aqui a continuidade de uma cultura única, que não pode morrer. As pessoas daminha faixa etária é que tem a responsabilidade de levar isso a diante. Hoje o nosso dançarino mais novo tem 12 anos, mas temos seguidores com crianças de três aninhos, já balançando a saia quando a música toca. Está no sangue. Isso é gratificante porque significa que o siriri não vai parar por aqui.”

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Não se depender do dançarino Joelder Duarte, 21. “Minha família sempre participou das festas de santo, então eu tenho essa ligação. Na nossa região os moradores se reúnem no domingo e como não tem som eletrônico, o siriri agita a festa e todo mundo acaba dançando e brincando. Embora ainda tenham pessoas que achem que é coisa de velho, eu discordo totalmente. São 20 minutos de muita correria, euforia. O coração bate a cem mil por hora e isso acaba sendo o maior estímulo.”

Do lado da plateia, em frente ao telão, o discurso é endossado pelo auxiliar de serralheiro Douglas Morais, 28. “Sou cuiabano já participei de vários outros festivais, dançava também. Vejo que antigamente parece que o pessoal tinha vergonha de falar que participava. Agora eu acho que está expandindo e as pessoas mais novas estão se interessando.”

O 13º Festival também contou com exposição fotográfica temática, feira de artesanato e praça de alimentação.

Além do Flor Serrana e Flor do Atalaia, no sábado se apresentaram também São Gonçalo Beiro Rio e Coração Tradição Franciscano. No domingo, competiram os grupos Voa Tuiuiú, Tradição Coxiponé, Flor do Campo e Raízes Cuiabanas. A entrada nos três dias de festival foi gratuita.

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Narradores celebram bom momento do rádio

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Oscar Ulisses (Rádio Globo), José Silvério (Bandeirantes), Eder Luiz (Transamérica) e Nilson César (Jovem Pan): emissoras de São Paulo já transmitiram dois jogos do Palmeiras no Campeonato Brasileiro com exclusividade

Estadão – A disputa entre emissoras de TV pela transmissão do Brasileirão beneficiou o rádio. Enquanto a Rede Globo e a Turner se dividem para mostrar os jogos da competição na TV fechada e o Palmeiras continua sem acordo para aparecer na TV aberta e no pay-per-view, as ondas agora digitais das emissoras de rádio aproveitam para ganhar espaço.

Até agora dois jogos do Palmeiras não foram transmitidos pela TV, os duelos com CSA e Atlético-MG. Até o fim do Brasileirão, 50 jogos não poderão passar na TV fechada. O Estado conversou com quatro dos principais narradores esportivos de rádio do País, todos de São Paulo, para compreender como estão aproveitando o momento.

“Sabemos que essa questão da televisão é momentânea. Mas de certa forma abriu caminho para que resgatássemos algo que o rádio estava deixando de fazer: a cobertura in loco. Mandamos equipe para fazer CSA x Palmeiras e fomos muito bem sucedidos. Foram mais de 700 mil visualizações, muito maior do que a nossa média de jogos”, comenta Eder Luiz, da Transamérica.

Oscar Ulisses, da Rádio Globo, concorda que “o nome rádio ficou mais em evidência”, mas aponta também as redes sociais como um fator que contribuiu para o aumento da audiência nos últimos anos. “Até pouco tempo a gente transmitia até onde a emissora alcançava. Hoje recebo mensagens de gente pelo mundo, de brasileiros espalhados por outros países que acompanham jogos pela internet.”

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E que golaço!

Um dos campeões de narrações que “viralizam” pelo WhatsApp é José Silvério, da Rádio Bandeirantes. Com experiência de estar à frente do microfone há mais de 50 anos, ele disse que tenta se manter atualizado sobre a nova tecnologia, mas é cauteloso para apontar caminhos.

“Dá um medinho, sabe? A Copa América vem agora… Nós vamos transmitir, mas estamos pagando por isso. Como é que vai ser com as web rádios? Quem tem controle sobre isso? Se vier como rádio, tudo bem. Mas tem de pensar como vai ser a liberação. Do jeito que o futebol está ficando caro…. Mais até do que rádio, tem de pensar o que vai acontecer no futebol”, disse.

Nilson César, da Jovem Pan, ao lado do comentarista Vampeta, ganhou espaço nos smartphones por inovar. Eles trabalham com uma câmera frontal, cortam o momento dos gols e colocam na internet. Para o narrador, o rádio nunca esteve em crise.

“O rádio sempre foi o principal meio de comunicação do planeta, em qualquer época. Hoje mais ainda porque tem a possibilidade da imagem, tem o aplicativo que o cara baixa pelo celular. Acho que não se trata de uma ascensão. Ele é imbatível pela rapidez, pelo imediatismo e uma série de razões. A possibilidade de improviso nenhum outro meio tem”, opinou.

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Vantagens

Oscar Ulisses apontou outra vantagem do rádio. “Ele é o único que não exige 100% de atenção. Junto com o rádio, você pode dirigir, cozinhar, ler jornal. Dependendo do grito, você aumenta ou diminui a atenção”.

Eder Luiz acrescenta também que por causa da versatilidade do rádio é difícil saber o que ele pode se tornar. “Se você me dissesse há cinco anos que uma rede social transmitiria um jogo da Liga dos Campeões no lugar de uma emissora, eu teria dito que você estava maluco. Mas isso está acontecendo. E no rádio também acontece. O streaming de rádio desbancou programas musicais das emissoras. O rádio hoje é feito muito mais de conteúdo do que de música. O rádio está se tornando a televisão da internet”, disse.

O comentário tem sentido. A Delloitte, empresa de auditoria e consultoria, prevê que a receita global de rádio chegará a US $ 40 bilhões em 2019, aumento de 1% em relação a 2018. E enquanto o rádio cresce, a TV diminui. A pesquisa estima que a partir de 2025 a audiência no rádio será maior do que a da TV.

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