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Em estreia de novo uniforme, Ajax vence e conquista 34º título do Holandês

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campeonato holandes, ajax
Reprodução

Time do Ajax comemora gol do jogo do título

Apenas uma semana depois da eliminação na Liga dos Campeões, o Ajax voltou a sorrir. Fora de casa, o time de Amsterdã venceu o De Graafschap por 4 a 1, e carimbou de vez a 34ª conquista do Campeonato Holandês.

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Os gols da partida foram marcadas por Schöne, Tagliafico e Tadic (duas vezes) para o Ajax , enquanto El Jebli descontou para o De Graafschap. 

O time holandês usou a penúltima partida do campeonato para estrear seu uniforme 3 da próxima temporada. A camisa teve o volante Daley Blind como garoto propaganda. Produzida pela Adidas, a camisa é verde com detalhes em laranja.


camiseta
Reprodução

Blind foi garoto propaganda da nova camisa do Ajax para temporada 2019/20

Além do título, o Ajax também bateu um recorde nesta quarta-feira em Doetinchem. Foram 119 gols em 34 jogos, o maior número de gols marcados por uma equipe na competição. Essa conta ainda pode aumentar com a última rodada na próxima semana.

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Nas postagens de comemoração do título nas redes sociais do clube, o Ajax fez questão de se lembrar de Abdelhak Nouri, ex-jogador da equipe que sofreu um ataque cardíaco enquanto jogava e desde 2017 está em estado vegetativo.

Fonte: IG Esportes
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Mudado, Luverdense encara o Tombense-MG neste sábado e busca primeira vitória

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JORGE MACIEL

LEC busca primeira vitória, após quatro rodadas da Série C

O técnico Júnior Rocha fará, ao menos, três mudanças no confronto direto do Luverdense ante o Tombense neste sábado, às 16 horas, no Estádio Antônio Guimarães de Almeida, em Tombos, pela 4ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro. Os mato-grossenses amargam a lanterna do Grupo B com um ponto, a mesma pontuação dos mineiros, na penúltima colocação.

“Para esse jogo vai entrar o Everton, vai entrar o Douglas e o Balbino. São três alterações, mas os jogadores já estão adaptados, eles vêm treinando bem. Não posso desmanchar tudo, pois não está tudo errado e sim, ter um pouco de sorte em alguns momentos dos jogos, de mais atenção, concentração para que nos detalhes consigamos vence os jogos”, disse o comandante.
O Luverdense já está em solo mineiro e realizará seu último treinamento nesta sexta-feira. E para o treinador, quanto mais seu time trabalhar, mas sorte terá na divisão.
“A gente vem criando (oportunidades), mas infelizmente a bola não vem entrando. Mas é o que eu falo para eles (jogadores), eu sei que falta um pouquinho de sorte em alguns momentos, porém, quanto mais a gente trabalhar, mais vamos atrair essa sorte. (…) A gente cria oportunidade, tem o domínio do jogo, mas nesses últimos jogos fomos punidos com alguns lances que comprometeram o resultado final”, ponderou ele.
O Luverdense, além de estar na lanterna e em busca da primeira vitória, também sonha com o primeiro gol. São três tentos tomados e nenhum marcado.
“O que nós temos que fazer é se fechar mais. Todas as equipes oscilam no futebol brasileiro. Começamos o campeonato oscilando e temos que buscar nos fortalecer, reinventar e ir pra cima buscar a vitória fora de casa. Já que não conseguimos aqui, vamos buscar os três pontos fora”, finalizou.
O Luverdense deve ir a campo com Edson; Da Silva, Hélder (Lucão), Everton e Balbino; Moises, Abu, Kauê e Juninho Tardelli; Douglas e WIlson Júnior.

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Esportes

Vôlei brasileiro vai bem (mal), obrigado!

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Seleção Brasileira de Vôlei em ação
DIVULGAÇÃO/ FIVB

Brasil vence Rússia de virada por 3 a 2


                    Vôlei brasileiro vai bem (mal), obrigado! O texto de hoje é do amigo Cacá Bizzocchi, jornalista e profissional do vôlei, vale a pena a leitura!  Mais sobre vôlei no Blog do Cacá Bizzocchi .

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                    Enquanto a memória do torcedor de vôlei está fresca do espetáculo proporcionado por FUNVIC/Taubaté e Sesi-SP e por suas torcidas nas finais da Superliga , muita coisa está acontecendo na área de serviço. As seleções se apresentam e os torneios internacionais logo farão com que se esqueça que sem clubes não há seleções nacionais.

E o futuro dos clubes?

                    As estrelas da modalidade, mesmo diante de uma crise (mais uma) que se avizinha em período de renovação de patrocínios, ainda recebem boas propostas para defender os principais clubes brasileiros e, mesmo que estas não lhes sejam razoáveis, têm a possibilidade de migrar para mercados europeus.


Festa do Taubaté na Superliga
Reprodução/Instagram

Taubaté foi campeão da Superliga Masculina



                    O problema maior aflige aqueles que compõem os mais de 90% restantes. São os jogadores que se estabelecem entre os medianos, os mais experientes, os novatos em busca de espaço. Estes vivem uma expectativa cruel por chances que talvez nem venham. As equipes da linha de frente acenam com renovações de patrocínio, ainda que com reduções, mas os que ficaram fora das semifinais passam pelas mesmas dificuldades de anos anteriores: redução do interesse de investimentos e de valores disponíveis.

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                    Não bastasse isso, alguns dos clubes (quase metade deles) que disputaram a edição deste ano da Superliga estão devendo – alguns até cinco salários – para seus atletas e membros da comissão técnica. Outros ainda devem para quem os defendeu na temporada 2017-2018. Alguns destes parcelaram suas dívidas em 12 vezes – como se fosse possível ir ao supermercado e comprar 1/12 do que se deveria comprar ou saldar empréstimo e estouros de limites bancários com tais parcelas mais de um ano depois.

Pressão nos atletas


                     A história não acaba aqui. Para poder se inscrever na CBV para a nova temporada, os clubes devem apresentar uma declaração assinada pelos atletas de que todas as dívidas com eles estão saldadas. Para pressioná-los a assinar, alguns dirigentes afirmam que esta é a única forma de eles receberem o que lhes é devido. Assinando, eles perdem as provas jurídicas que poderiam lhes garantir receber pelo que já foi trabalhado.

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Seleção Brasileira de Vôlei em ação
Divulgação/FIVB

Grupo do Brasil segue unido em busca do título mundial



                     Quem já está montando o elenco para a próxima temporada tem, com o orçamento reduzido, todas as justificativas para reduzir custos com este pessoal e jogar, diante da lei desigual da oferta e da procura, com o famoso: “se não quer, tem quem queira”. E assim, ano a ano, o esporte competitivo deixa de ser atrativo aos jovens talentos que precisam buscar seu sustento.

Quer aprender sobre a Metodologia do Treinamento do Vôlei com Cacá Bizzocchi? Clique aqui!
                      Não podemos viver sem valorizar nossos ídolos no vôlei , mas uma dúzia de ídolos não faz uma modalidade sobreviver. O pessoal do “chão da fábrica” é que faz a festa continuar.

Leia também:  começa a festa!

                      Comente: e para você, qual é o futuro do vôlei brasileiro?

Fonte: IG Esportes
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