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Demos uma volta no Renault Kwid Outsider, nova versão com apelo aventureiro

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Renault Kwid Outsider
Guilherme Menezes/iG

Renault Kwid Outsider chega com mais personalidade segue tendência de mercado para ainda mais popularidade

O Renault Kwid é o subcompacto mais vendido e o 5º colocado no acumulado do ranking Fenabrave até o momento, com 23.981 emplacamentos. Além de ser o principal responsável pela ascensão da empresa até a 3ª colocação entre as fabricantres, agora surge na versão Outsider. Sai por R$ 43.990 ou R$ 42.990 se for realizada a compra através do banco Renault-Nissan.

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Entre os principais destaques do Renault Kwid Outsider, estão os novos equipamentos de série. A versão traz o Media Evolution, central multimídia de 7 polegadas com câmera de ré, tecnologia Android Auto e Apple Carplay — que permite usar Spotify, Waze, Google Maps (Android Auto) e reproduzir áudios do Whatsapp.

Além disso, vem com novos anteparos nos para-choques, barras de teto, proteção lateral, moldura do farol de neblina e rodas de 14 polegadas com acabamento preto brilhante. No interior, destaque aos novos acabamentos na cor laranja para o revestimento dos bancos, detalhes nas portas, volante e manopla de câmbio.

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Entre os itens de segurança, é a única opção no segmento dos carros mais baratos a oferecer quatro airbags de série, desde a versão de entrada Life (R$ 33.290). São dois laterais e dois frontais. Além disso, também de série, traz duas fixações Isofix para cadeirinhas infantis, alertas visual e sonoro e pré-tensionador dos cintos de segurança dianteiros.

Impressões ao volante


Renault Kwid Outsider
Divulgação

reúne atributos dos carros analógicos — prazerosos ao dirigir — com conforto e praticidade dos tempos modernos

Cada vez que dirijo um subcompacto, a ideia de que é o veículo urbano definitivo se reforça cada vez mais. No caso do Kwid, fica nítida a razão pela qual o carro concentra tanta procura no mercado. É fácil de manobrar, com apenas 3,68 metros de comprimento e 1,58 m de largura. Outro ponto é que com os bons 18 cm de espaço livre em relação ao solo,  o carro consegue enfrentar valetas e as más condições do asfalto com certa facilidade.

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Em relação ao Kwid que dirigi no ano passado, ficou claro que o ponto de resposta da embreagem e dos freios do Outsider estão mais imediatos agora. É preciso se adaptar ao curso curto do pedal da embreagem no anda e para dos congestionamentos, enquanto o pedal de freio transmite segurança quando dei umas provocadas mais incisivas.

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Nem precisa falar sobre a direção elétrica, bem leve, muito por conta dos pneus 165/70R14 e os meros 786 kg. No geral, principalmente pela praticidade, o carrinho agrada.

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Falando em ser prático, além dos 290 litros do porta-malas (maior que o dos rivais Mobi, com 215 litros, e Up!, com 285 litros) — chegando aos 1100 litros com os rebatimento dos bancos — estive com outros três jornalistas no carro ao mesmo tempo, em determinado momento do teste. Detalhe é que nenhum de nós éramos “compactos” como o carro, mas ainda sim, conseguimos nos acomodar com certo conforto. 

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De todo o modo, o motor 1.0, de três cilindros atende bem com os seus 70 cv e 9,8 kgfm a 4.250 rpm (etanol) Segundo o Inmetro, na cidade, faz 14,1 km/l com gasolina e 9,6 km/l com etanol. Na estrada, 14,4 km/l com gasolina e 10 km/l com etanol.  Devido à proximidade dos números de rendimento do Renault Kwid , nem precisa dizer que o etanol é a pedida para o melhor custo-benefício.

Fonte: IG Carros
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Jeep Renegade Limited:  quando o máximo nem sempre é o melhor

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Jeep Renegade branco
Carlos Guimarães/iG

Jeep Renegade Limited vem com luzes diurnas de LED, rodas de aro 19 e grade pintada de cinza grafite de série

Quando o Jeep Renegade recebeu retoques visuais e novos equipamentos, em outubro último, houve quem duvidou que as poucas mudanças seriam suficientes para manter o SUV com apelo no mercado. De fato, perceber as alterações no carro beira o jogo dos sete erros. Mas, não é que acertaram na receita?

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Conforme os números da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos), o Jeep Renegade é o SUV mais vendido do Brasil no acumulado de janeiro a abril, com 21.313 unidades, seguido pelo Nissan Kicks (16.604) e Honda HR-V (15.646), considerando os modelos compactos.

Na versão topo de linha Limited (R$ 105.990), o Renegade vem com um pacote recheado de equipamentos que inclui faróis com luzes diurnas de LED, rodas de liga-leve de aro 19, multimídia com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas, mostrador digital colorido e configurável no cluster , entre outros itens.

Com bancos de couro, material que também reveste o volante, o interior do SUV compacto da Jeep agrada. Claro que você vai ter que se acostumar com o volante com 18 botões, considerando os que ficam escondidos na parte de dentro do aro. Mas é só. De resto, temos pontos positivos com o o bom ângulo de visão dos retrovisores, além de porta-objetos que realmente funcionam e som de boa qualidade entre os principais destaques.

Acelerando o Jeep Renegade Limited


Painel do Jeep Renegade
Divulgação

Interior do Jeep Renegade Limited é caprichado e tem até mostrador no cluster colorido e configurável

O que desanima no Renegade Limited é a falta de fôlego do motor 1.8, que deve continuar sendo usado pela FCA, mas nessa versão topo de linha do SUV compacto deve dar lugar ao novo 1.3 FireFly turbinado em breve, provavelmente, até o início do segundo semestre. Por enquanto, se precisar de mais agilidade, uma saída é usar as hastes atrás do volante para subir o giro do preguiçoso 1.8.

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Nas primeiras marcações do contagiros o carro não responde com rapidez nas ultrapassagens. É preciso reduzir marcha e manter o ponteiro entre 3.750 rpm e um pouco acima dos 5.000rpm se quiser alguma rapidez. Caso contrário, deixando o câmbio automático de seis marchas assumir o controle é preciso paciência, uma vez que a ordem é manter o motor em baixa rotação para economizar combustível.

Afora a certa apatia do motor 1.8 e do câmbio pacato, mesmo com centro de gravidade relativamente alto, o Renegade tem estabilidade surpreeedente, com um acerto de suspensão exemplar. Consegue absorver bem as irregularidade do piso e manter o carro firme nas curvas, ajudado pelos pneus 235/45R e controles eletrônicos de estabilidade e tração.


Jeep Renegade Limited
Carlos Guimarães/iG

Versão mais equipada do Jeep Renegade tem itens exclusivos, mas faltou lanterna de LED na traseira, como acontece no modelo europeu

A direção com assistência elétrica também é outro item bem ajustado no carro, assim como os freios, que são a disco nas quatro rodas e bem equalizados, o que evita sustos, mesmo pisando com mais força no pedal. Ponto também para o isolamento acústico, bem como para os ângulos de entrada (27°) e saída (31°) e a distância livre do solo (21,1 cm). Isso tudo facilita passar por buracos, lombadas, valetas e outros tipos de obstáculos pelo caminho.

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Ainda em função do motor 1.8, que deve ser substituído pelo 1.3 turbo (que rende cerca de 150 cv) pelo menos nas versões mais equipadas do Renegade, o consumo não é dos mais animadores. Conforme o Inmetro, o carro faz 6,4 km/l de etanol na cidade e 8 km/h na estrada, números que passam para 9,4 km/l e 11,6 km/l, respectivamente, como gasolina. 


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Mesmo com mudanças no estepe para aumentar o volume do porta-malas, o espaço ainda continua com apertados 320 litros, tamanho compatível com o de hatches médios e até aguns compactos. Entretanto, isso não  assustou muitos compradores de SUVs, já que o Reegade se mantém na liderança de vendas hoje em dia.

Conclusão

Na versão Limited, o Jeep Renegade logo deverá ganhar novo motor 1.3 turbo, o que vai resolver a questão de falta de fôlego e do consumo do SUV, o “Calcanhar de Aquiles” do carro. Portanto, pelo menos por enquanto, levando em conta o preço, o rival Creta Prestige (R$ 104.990) custa quase o mesmo e ainda vale mais a pena.

Ficha técnica

Preço:  a partir de R$ 105.990

 Motor: 1.8, quatro cilindros, flex

Potência : 139 cv (E)/135 cv (G) a 5.750 rpm

Torque: 19,3 kgfm (E) / 18,7 (G) a  3.750 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira e traseira) 

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Pneus: 235/45 R19 

Dimensões: 4,24 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,73 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque : 60 litros

Porta-malas: 320 litros 

 Consumo: 9,4 km/l (cidade) /11,6 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 11,8 segundos 

Vel. Max: 178 km/h 

Fonte: IG Carros
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Nova Honda Gold Wing chega às lojas com preços e equipamentos de SUV médio

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Honda Gold Wing
Divulgação

Honda Gold Wing 2019: Lista de equipamentos que chega a se assemelhar com a de vários carros

A nova Honda Gold Wing acaba de chegar ao Brasil. Já nas concessionárias, a moto é oferecida com três anos de garantia por R$ 136.550 na versão normal Bagger — na cor cinza fosco — e R$ 156.550 na versão Tour, na cor vermelha. Entre as novidades, está um novo chassi, motor, ciclística e design renovado. Com isso, deverá melhorar o desempenho e reduzir o consumo de combustível.

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A Honda Gold Wing é equipada com motor 1.8 boxer, cabeçote Unicam de quatro válvulas, que produz 126 cv e 17,34 kgfm. O movimento é transmitido por meio do câmbio de dupla embreagem DCT, com 7 marchas. Vale lembrar que é possível mudar o comportamento do motor com um seletor de modo de condução com quatro opções: Tour, Sport, Econ e Rain, com a alternativa de trocar as marchas manualmente, com comandos no manete esquerdo.

Entre os equipamentos, a GL 1800 Gold Wing da nova geração é equipada com acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de partida em rampas e sistema Start-Stop. Além disso, traz faróis full-LED, novo assento, freios combinados e central multimídia de 7 polegadas com conectividade Apple CarPlay.

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Outro recurso bastante interessante são as 26 posições de ajuste (eletrônico) na pré-carga da mola. Com eles, é possível intervir na regulagem da pré-carga da mola do amortecedor traseiro em função do que se vai levar. Ou seja, há quatro as opções de ajuste: piloto, piloto+bagagem, piloto+passageiro e piloto+passageiro+bagagem. Item de série na versão topo de linha. Ou seja, é a motocicleta mais “carro” que se pode comprar.

Segundo Alfredo Guedes Jr., engenheiro da Honda, com a evolução da Gold Wing, o consumidor terá “melhor desempenho, menor consumo de combustível e mais prazer para percorrer grandes distâncias. Além disso, a Gold Wing é a primeira moto a ter conectividade com Apple CarPlay”.

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Rival americana


Harley-Davidson CVO
Guilherme Marazzi

A pintura com acabamento feito à mão e os cromados “cromadíssimos” dão vida ao visual da Harley-Davidson CVO Limited

Apesar da tradição da Honda, há os saudosistas que possam preferir a Harley-Davidson CVO , que parte de R$ 155.900 na versão Street Glide e chega a R$ 172.900 na versão Limited. Criada pela subdivisão especial da H-D, a marca pegou a sua motocicleta “normal” mais luxuosa, a Ultra Limited, e a submeteu a uma radical customização de fábrica, equipando-a, inclusive, com alguns componentes produzidos artesanalmente.

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Harley-Davidson
Divulgação

Interior da CVO Limited segue a linha da Honda Gold Wing, com uma série de equipamentos

A CVO é equipada com o motor Milwaukee-Eight de 117 polegadas cúbicas (1.923 cc), que produz 17 kgfm de torque, mas não possui potência declarada pela fabricante. Entre os equipamentos da rival da Honda Gold Wing , destacam-se central multimídia com navegador com GPS, conexão Bluetooth com o celular, comando por voz e até monitoramento da pressão dos pneus em tempo real. Além disso, a marca diz que é possível ouvir o seu poderoso sistema de som, mesmo acima dos 120 km/h.

Fonte: IG Carros
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