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Política Nacional

Boulos ironiza visita ‘surpresa’ de Bolsonaro: “Eu que invado a casa dos outros”

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Boulos
Agência Brasil

Guilherme Boulos utilizou as redes sociais para ironizar a visita de Bolsonaro a Bush

Candidato do PSOL nas eleições presidenciais, Guilherme Boulos utilizou as redes sociais para ironizar a visita “surpresa” do presidente Jair Bolsonaro a George W. Bush, ex-chefe de estado dos Estados Unidos. 

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De acordo com a assessoria do republicano, o político foi surpreendido com a visita de Bolsonaro e não fora avisado previamente. Em sua agenda, Bolsonaro havia dito que um encontro com o ex-presidente já estava marcado. Criticado pela base aliada do presidente por seu envolvimento com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MTST), Boulos debochou da situação. “Depois dizem que sou eu que invado a casa dos outros”, ironizou.

“Ao contrário de algumas reportagens, o presidente Bush não esteve envolvido nos arranjos da viagem e não estendeu o convite para (Bolsonaro) vir a Dallas”, afirmou a assessoria de Bush . “Mas claro que ele concordou em se encontrar com o presidente Bolsonaro em seu escritório quando soube de sua visita à cidade – uma cortesia que ele regularmente estende aos dignitários estrangeiros quando estão nesta região”, completou.

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O presidente foi aos Estados Unidos para receber o prêmio de “Personalidade do Ano” pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos nesta quinta (16), em almoço organizado pelo World Affairs Council de Dallas/Fort Worth. A homenagem seria feita em Nova York mas, após uma polêmica com o prefeito da cidade , Bill de Blasio, que chamou Bolsonaro de “homofóbico com orgulho”, o evento foi transferido para Dallas. 

No entanto, o representante do World Affairs Council, Jorge Baldor, negou que tenha chamado o presidente brasileiro para ser homenageado na sede da entidade. “Ele mesmo se convidou. Bolsonaro não vai receber um prêmio”, disse ao site Dallas Voice . 

Baldor disse ainda que as reportagens do jornal que informaram que ele havia convidado o presidente brasileiro são “uma grande mentira” e que ele e e organização “não tiveram nada a ver com a presença do homofóbico e misógino presidente do Brasil”. “Eu pessoalmente não fiz um convite. Eu não o queria aqui”, completou Baldor ao Dallas Voice . 

O representante afirmou também que não há nenhum fórum público programado e que o presidente terá apenas um almoço com empresários. De acordo com Baldor, a entidade tem um contrato com a cidade para receber autoridades de outros países.

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Nesta quarta-feira (15), Boulos já havia utilizado seus perfis nas redes sociais para atacar Bolsonaro. O psolista criticou a fala do presidente da República que chamou manifestantes de “idiotas úteis”. “Impressionante a reação de Bolsonaro ao protesto de milhares de estudantes no país. Chamar jovens que defendem a educação de “idiotas” apenas revela o nível de quem está na presidência da República. O Brasil é muito maior que Bolsonaro”, escreveu.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

“Avisei meus seguranças: o Sistema vai me matar”, escreveu Bolsonaro em grupos de WhatsApp

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A mensagem foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e a autoria confirmada pelo porta-voz da Presidência

Agência Brasil – O presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa sexta-feira (17), em nota lida pelo porta-voz do Palácio do Planalto, Otávio Rêgo Barros, que a mudança na forma de governar o Brasil não tem agradado a grupos que, no passado, se beneficiaram do ele chama de “relações pouco republicanas”.

“Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada aqueles grupos que, no passado, se beneficiaram das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e recolocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude”, disse Bolsonaro na declaração lida por Rêgo Barros a jornalistas.

A declaração foi uma resposta ao vazamento de uma mensagem do próprio presidente Bolsonaro enviada a grupos de WhatsApp dos quais ele faz parte. Na mensagem, revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo, o presidente compartilha um texto assinado por um “autor desconhecido”, em que o principal argumento é o de que o país é governado “exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público”. Segundo este texto, o Brasil seria uma país “ingovernável” fora de “conchavos”.

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O Palácio do Planalto confirmou que o texto em questão foi realmente distribuído pelo presidente em grupos de WhatsApp. Ao distribuir a mensagem, o presidente classifica o texto como “no mínimo interessante” e ainda escreve: “Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: ‘essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar’. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões”. Em seguida, ele teria pedido para que o material fosse compartilhado.

Ex-prefeito de NY

O porta-voz do governo também informou que o presidente Bolsonaro recebeu, durante a tarde, a ligação do ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, que governou a maior cidade dos Estados Unidos entre 1994 e 2001. Segundo Rêgo Barros, o ex-prefeito parabenizou o presidente brasileiro e prometeu visitar o país em breve.

“O prefeito Giuliani desculpou-se pela indelicadeza do atual prefeito de Nova York, parabenizou o presidente da República Jair Bolsonaro, pela vitória, e pela condução do governo, e se predispôs a nos visitar em breve”, disse.

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Política Nacional

Previdência: série de reportagens mostra impactos da reforma

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Selo_ReformaPrevidencia2.jpgA Agência Senado encerrou nesta semana uma série de reportagens especiais sobre os impactos da proposta de reforma da Previdência. Até esta quinta-feira (16), as matérias já haviam tido mais de 415 mil visualizações.

Em oito reportagens, a série mostrou os pontos centrais da proposta. Explicou as mudanças previstas nas aposentadorias de trabalhadores urbanos e rurais e de funcionários públicos, nas aposentadorias especiais e por invalidez, na pensão por morte e no Benefício de Prestação Continuada (BPC). Uma reportagem sobre as dúvidas em relação ao sistema de capitalização, previsto na reforma, encerrou a série. As mudanças na previdência dos militares também foram tema de reportagem.

Enviada pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso, a proposta (PEC 6/2019) está em análise na Câmara dos Deputados. Uma comissão especial de senadores acompanha a tramitação do texto na Câmara.

Veja as reportagens da série

Congresso volta a encarar desafio de mudar a Previdência
Tempo de contribuição e idade mínima são pilares da reforma da Previdência
Reforma da Previdência cria contribuição mínima para trabalhadores do campo
Previdência dos servidores terá regras mais duras com reforma
BPC é um dos pontos polêmicos da reforma da Previdência
Reforma da Previdência altera regras para aposentadorias especiais
Reforma da Previdência reduz valor de pensão por morte e aposentadoria por invalidez
Capitalização prevista na reforma da Previdência provoca incertezas

Veja o que pode mudar para os militares

Reforma da previdência militar gerará economia de R$ 10 bi em uma década
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Fonte: Agência Senado
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