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Após uma semana, Rio sai do estágio de crise; previsão é de chuva forte hoje

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Marcelo Crivella
Marcio Alves / Agencia O Globo

O prefeito Marcelo Crivella visitou uma área alagada no Rio de Janeiro, durante o período de estágio de crise

A cidade do Rio de Janeiro saiu do estágio de crise às 11h15 desta segunda-feira (15), depois de quase uma semana. A capital fluminense havia entrado no estágio – que é o mais preocupante dos três níveis da Defesa Civil – às 20h55 da última segunda-feira (8), por causa das fortes chuvas daquele dia.

O temporal, que provocou alagamentos e deslizamentos em vários pontos na semana passada, deixou dez mortos, além de inúmeros carros danificados, árvores derrubadas, ruas inundadas e casas afetadas. Ainda devido aos estragos causados pelas chuvas, o prefeito Marcelo Crivella  decretou situação de calamidade pública no Rio de Janeiro .

“Considerando que as fortes chuvas que atingiram o município nos últimos dias resultaram em enchentes e deslizamentos em encostas que colocam em risco inúmeras habitações, expondo a risco de morte considerado contingente de pessoas, além de danos materiais, ambientais e prejuízos econômicos, o que denota situação necessária à declaração de estado de calamidade pública “, afirma o texto da publicação no Diário Oficial. 

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O prefeito Marcelo Crivella , justificou a medida não apenas por causa da situação emergencial provocada pelo temporal, que provocou enchentes e deslizamentos e matou dez pessoas, mas também porque o município passa por “grave crise econômica”.

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Neste momento, o Rio de Janeiro está em estágio de atenção, que é o nível intermediário da Defesa Civil. Apesar disso, o município ainda espera uma chuva forte a partir da noite desta segunda-feira.

Fonte: IG Nacional
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Maia expõe agenda indefinida e critica: “Ninguém explicou o que é nova política”

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Rodrigo Maia
Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Para Rodrigo Maia, é preciso ‘tomar cuidado para não ficar olhando o parlamentar sempre como vilão’

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), apontou, nesta quarta-feira (24), que, após quatro meses de governo, ainda não ficou claro qual o programa do presidente Jair Bolsonaro para governar o Brasil. Além disso, o deputado afirmou que “ninguém explicou o que é a nova política ainda” e que não acha correta a associação que se faz do Parlamento com a “velha política”.

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As declarações de Rodrigo Maia foram dadas em entrevista à Globo News , na noite de ontem. Na ocasião, ele criticou a visão de que o governo pode influenciar nas escolhas da Câmara, mas que essa relação não é de duas vias. “É toma lá dá cá quando o Parlamento olha para o governo, mas não é toma lá dá cá quando o governo quer escolher o relator da reforma da Previdência?”, questionou.

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“O governo tem o interesse de influenciar na escolha do relator e é legítimo”, defendeu. “E quem tem uma agenda convergente do governo quer governar junto. Não tem nada errado nisso”, concluiu o presidente da Câmara , que definiu ser “preciso tomar cuidado” para não ficar “olhando o parlamentar sempre como vilão”. “O que é velho e o que é novo? Ninguém me explicou ainda o que é novo. Eu sei o que é certo e o que é errado”, disse.

As críticas de Maia chegam ainda à agenda do governo Bolsonaro , que segue, de acordo com ele, indefinida. “O governo precisa compreender qual é a agenda dele. Qual é a agenda do governo? Eu pergunto qual é a agenda do governo para a Educação? Eu não sei qual é até o momento. Ninguém sabe. Qual é a agenda do governo nas Relações internacionais? É um desastre”, diz.

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Ao questionar a ausência de um programa, Maia citou o exemplo do seu partido, que tem vários ministros no governo Bolsonaro. “O DEM tem três políticos nomeados e não faz parte do governo. Por quê? Por que a gente não sabe ainda qual é essa agenda do governo para que a gente possa ter clareza de dizer ‘quero fazer parte’.”

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Ainda durante a entrevista, Maia disse o que acha que seja a chamada nova política. “A nova politica é a que o Brasil tenha um sistema democrático muito parecido com as grandes democracias, em que o poder do Parlamento seja um poder efetivo.”

Perguntado sobre o arquivamento do pedido de impeachment feito contra o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, o presidente da Câmara disse que “a briga não é dele” e que a Casa “não quer participar desse conflito”.

“Achei por bem indeferir e sinalizar: olha, se vocês têm conflitos – que eu acho que é um conflito ruim, porque é o Presidente do Brasil ou o seu entorno e o vice-presidente –, a Câmara não quer participar desse conflito. Esse assunto na Câmara está encerrado”, afirmou Rodrigo Maia .

Fonte: IG Nacional
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Em 1° encontro com Putin, Kim pede ajuda da Rússia em questão nuclear

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Kim Jong-un e Vladimir Putin
Reprodução/ Twitter

Os líderes realizaram a primeira cúpula na Rússia nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira, aconteceu a primeira cúpula entre os líderes da Coreia do Norte, o ditador Kim Jong-un , e da Rússia, o presidente Vladimir Putin . Em Vladivostok, no Extremo Oriente Russo, os dois trataram de diversos temas, mas, principalmente, sobre a questão nuclear norte-coreana.

Segundo informações da CNN, Kim pediu que o presidente da Rússia auxilie na questão e que ambos trabalhem juntos para resolver o problema da desnuclearização norte-coreana, ponto que ficou em aberto após os encontros entre ele o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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“A situação na Península Coreana é de grande interesse para toda a comunidade internacional. Espero que nossas conversas sejam um evento importante para avaliarmos essa situação em conjunto, trocarmos pontos de vista sobre a situação e como resolver esse problema juntos”, disse Kim .

O ditador descreveu como “substancial” o primeiro encontro com o líder russo e se disse muito contente em visitar a Rússia: “espero que nossas negociações continuem da mesma forma, de maneira útil e construtiva”.

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Putin agradeceu a visita de Kim à Rússia , classificou o encontro como produtivo e disse esperar que as conversas possam ter um final feliz, com as questões envolvendo o programa nuclear norte-coreano sendo resolvidas de forma pacífica, até mesmo com os Estados Unidos .

Fonte: IG Nacional
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